Heeey 

Desventuras em Série deixou de ser apenas uma série de treze livros narrados pelo Lemony Snicket em 2005, ganhou uma adaptação dirigida por Brad Silberling (Reign e Jane The Virgin) e como toda adaptação levantou controvérsia com os fãs da série, embora o elenco contasse com personalidades como  Jim Carrey (Conde Olaf) , Meryl Streep (Tia Josephine) e Jude Law (Lemony Snicket) e tivesse ganhado até um Oscar de melhor maquiagem, não foi exatamente o que os fãs dos livros esperavam. 

Então em 2017 a série ganhou vida novamente, dessa vez em uma série de TV, após ter os direitos comprados pela Netflix. O vilão Cond Olaf dessa vez foi vivido pelo incrível Neil Patrick Harris que particularmente está arrasando na pele do Conde. Para dar vida aos Baudelarie tem os atores mirins Malina Weissman (Violet Baudelarie), Louis Haynes (Klaus Baudelarie) e a Plesley Smith (Sunny Baudelarie). Embora os órfãos sejam atores parcialmente desconhecidos a série conta com atores de conhecidos como: Joan Cusack (Juíza Strauss), Alfre Wooddard (Tia Josephine) & Cobie Smulders (Mãe). Ainda não está convencido (a) de que deve ver? Confira o trailer:



A série conta a história dos órfãos Baudelaire, eles perderam seus pais em um incêndio e logo as três crianças são herdeiras de uma fortuna enorme. Violet é a irmã mais velha, Klaus o do meio e a Sunny é uma bebê muito fofo que rouba a cena durante a série. Eles vão passando por vários tutores e o primeiro deles é o temido Conde Olaf, então a aventura começa. Percebem que o Conde Olaf é um vilão e então eles seguem na busca de um novo tutor mas o Conde dá um "jeitinho" em todos.

Foto Louis Hynes, Neil Patrick Harris

O mais engraçado sobre a série é que ver as crianças passando por uma dezena de adversidades faz com que o espectador não consiga parar até terminar todos os episódios. Você simplesmente pensa a todo minuto coisas como "não pode ficar pior" ou "agora vai dar certo" mas, acontece que não é uma história sobre finais felizes e notamos isso o tempo inteiro. A abertura já começa conquistando e avisando que as desventuras não vão se acabar tão cedo quando pensamos.

O cenário é encantador, mas ao mesmo tempo parece que eles vivem em uma cidade fantástica já que se parece um pouco com nosso mundo mas não é. Por isso não é possível especificar onde a  história se passa ou em que época isso acontece, lembra muito desenhado animado as casas, as roupas, as cores fortes, os tons sombrios. O engraçado é que tudo parece novo e velho ao mesmo tempo. Alguns efeitos especiais são bem visíveis, torna tudo mais irreal e encantador.

Foto Malina Weissman, Neil Patrick Harris

Os Bauldelarie são crianças inteligentes e sempre veem um jeito de sair de situações que parecem serem impossíveis. A série tem uma pegada adulto no sentido de falar livremente ao público infantil sobre morte, perca e até sobre crescer. Não é uma série para crianças apenas, as piadas são bem engraçadas e vemos que fica claro que sempre acreditamos tão pouco em crianças mas que as vezes elas tem razão. Os adultos da série tiram o espectador do sério, pelo fato de eles parecerem tão idiotas e alheios aos problemas enfrentados pelas crianças.

A série é incrível, queria podoer dizer se é fiel aos livros mas ainda não li, entretanto para quem, assim como eu, nunca leu vai ficar com uma vontade enorme de fazer isso. Parece ser ainda melhores do que as adaptações, se você ainda não assistiu a série por qualqluer motivo, comece a ver porque é incrível. Até mesmo os atores tem interpretações incríveis dando vida as personagens.

Foto Neil Patrick Harris


Corre para a Netflix e assiste 


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Heeey 

2017 começou bem para o Descafeinadas por isso é com muito prazer que anuncio que a autora brasileira Kate Willians renovou sua parceria com o blog. Conheci a Kate através da Editora Arwen e desde então tenho apreciado o trabalho dela, já resenhei seus livros Distopia, Hunter - O Caçador de Monstros & A Fada Madrinha (clique nos respectivos nomes para ler as resenhas) e espero que venham muitas novas resenhas e trabalhos da Kate. 

Conheçam um pouco desse amorzinho brasileiro:

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Heeey 

A Netflix tem arrasado nas suas séries originais, desde a temas que não pensamos até as mais clichês que agradam o público. No catalogo temos Shadowhunters, The Crown, Stranger Things, 3%, Black Mirror e agora a The OA. Só pensei em pesquisar sobre o que se tratava essa série depois que meu feed do facebook choveu de notificações a respeito da nova série da Netflix.

Após ver essa capa já sabia que se tratava de algo bem maluco e que certamente eu acabaria gostando, tinha acabado de terminar Black Mirror e precisava de uma série nova e com teorias tão assombrosas quando Stranger Things tinha. Então veja só como essa série vai fazer você arrancar os cabelos:

Praire reaparece 7 anos depois em um hospital após tentar se jogar de uma ponte, seus pais a encontram então e ficam surpresos ao descobrirem que ela pode enxergar, afinal quando ela desapareceu sete anos atrás não podia. Então os mistérios começam: Como ela conseguiu enxergar de novo? O que aconteceu nesses 7 anos em que ela ficou presa em um cativeiro? 

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Obviamente os pais acham que ela é algum tipo de milagre, acontece que ela não e mais a garota que fora desaparecida/sequestrada e ela se torna alguém inquieta e a procura de um homem chamado Homer (que aparentemente ninguém sabe se ele existe ou quem é) e diz que tem que salvar ele. E é justamente por precisar de internet que ela conhece o Steve, um jovem com acessos de raiva, mas que em troca de um favor se junta a Praire para ter mais cinco pessoas.

Um grupo que aparentemente não tinham nada a ver um com o outro mas que se tornam uma espécie de família. Praire ou OA, como gosta de ser chamada, se torna uma incógnita durante toda a primeira temporada e por mais que ela nos conte sua história o espectador sente que tem algo faltando, algo importante, e que algumas peças simplesmente não se encaixam. Mas é impossível não se sentir atraído pela história dela e pelos anos que passou no cativeiro.

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A série é uma ficção cientifica de arrancar os cabelos, vemos que envolve algo que deixa a maioria das pessoas que é chamado de EQM, ou seja, experiências de quase morte e é isso que junta OA a outras quatro pessoas que ficam presas no laboratório de Hap, um médio que diz querer estudar o que acontece com as pessoas nessas experiências de quase morte. Vemos eles passarem por situações horríveis, OA fica presa pro 7 anos mas antes dela já haviam pessoas lá como a Rachel e o próprio Homer.

Acontece que parece existir algo maior por toda a história contada pela OA porque até o FBI está metido nessa confusão, percebemos, que embora pareça, não acreditamos que a OA seja maluca e sim que tenha algo muito sério por trás. A série tem em média 60 minutos mas passa voando, quando você percebe já terminou. Até porque tem apenas 7 capítulos.

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A série foi criada pela Brit Marling (que interpreta a OA) e pelo Zal Batmanglij (já dirigiu outros projetos com a atriz chamados A Seita Misteriosa e O Sistema), vemos que é uma parceria antiga e que The OA tem muito a nos oferecer na segunda temporada já que muita coisa ficou sem explicação. Se está procurando uma série que vai te fazer criar mil teorias, sem dúvida escolheu a certa.

The OA se passa em dois "universos" o primeiro é o presente onde ela encontra Steve e os outros quatro e o segundo é seu passado. E isso deixa quem assiste meio maluco e propenso a criar as mais malucas teorias. Não dá para falar muito da série sem dar spoiler ou até começar a teorizar sobre o que realmente acontece, mas vale apena e o final foi de arrancar os cabelos.

Foto Brit Marling, Jason Isaacs

Já viram? O que acharam?




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Título Original: Maybe Someday
Editora: Galera Record
Página: 368
Gênero: Romance e YA
Nota:




Heeeey 

Que eu estou perdidamente apaixonada pela Colleen Hoover já ficou claro, comprei de natal Talvez Um Dia e Novembro 9 e assim que chegou deixei outros livros de lado para que eu pudesse ler. Os clichês feitos pela Colleen são surreais e ao ter contato com um livro que estourou lá fora tive o prazer de não me decepcionar com ela. Confiram:

 Sydney acabou de completar 22 anos e já fez algo inédito em sua vida: socou a cara da ex- melhor amiga. Até hoje, ela não podia reclamar da vida. Um namorado atencioso, uma melhor amiga com quem dividia o apartamento... Tudo bem, até Sydney descobrir que as duas pessoas em quem mais confiava se pegavam quando ela não estava por perto. Até que foi um soco merecido. Sydney encontra abrigo na casa de Ridge. Um músico cujo talento ela vinha admirando há um tempo. Juntos, os dois descobrem um entrosamento fora do comum para compor e uma atração que só cresce com o tempo. O problema é que Ridge tem uma namorada, e a última coisa que Sydney precisa agora é se transformar numa traidora.

Outras capas:

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Comecei esse livro cheia de expectativas, afinal ele foi um dos mais vendidos na gringa e eu tinha acabado de terminar O Lado Feio do Amor (Ugly Love), quando comecei a ler minhas expectativas estavam superando a leitura anterior e que eu queria ler muito. Mais uma vez Colleen Hoover me fez entender porque eu a amo tanto, não tem como não ler Talvez Um Dia e não ouvir a playlist feita especialmente para o livro, cada música é como se sentissemos exatamente o que as personagens estavam sentindo, além do mais o Griffin Peterson (que trabalhou junto com a CoHo nas músicas) tem uma voz incrível e gostosa de ouvir. Mais uma vez me peguei apaixonada por um romance escrito por ela 

Sydney tem o pior aniversário que poderia ter quando descobre que seu namorado, Hunter do qual ficou dois anos, a estava traindo com sua melhor amiga Tori. Acontece que há duas semanas ela vinha vendo seu vizinho tocando violão na sacada e havia se apaixonado pela música dele, ele percebe que Sydney canta e cria musicas com suas melodias, após uma troca de mensagens ela envia uma música escrita para ele e então eles tem uma conexão.
Ao socar a melhor amiga e o ex-namorado ela não tem para onde ir, Ridge, o vizinho, a deixa morar no apartamento dele com Bridgette e Warren, seu melhor amigo. Sua única escolha é aceitar porque voltar para a casa dos pais não é uma opção na qual recorra, então aceitar é sua opção.

" Ele não conseguiu protegê-la da difícil verdade que ninguém escolhe por quem se apaixona. As pessoas só decidem por quem podem continuar apaixonadas."

Embora muitas pessoas achem o Ridge um grande idiota, não o vejo assim. Esse romance da CoHo é diferentes dos outros porque não beira ao clichê, não é apenas sobre amor, é sobre lealdade e principalmente moral. Ele pode ser considerado o verdadeiro protagonista da história, todo o pano de fundo de Talvez Um Dia é baseado na vida de Ridge. Ao começarem a compor juntos Sydney e Ridge vão se apaixonando um pelo outro, mas o fato é que Ridge tem uma namorada chamada Maggie  e ao contrário dos clichês em que a namorada do cara é sempre uma megera, Maggie é a melhor namorada do mundo e é quase impossível não se apaixonar por ela.

Algo que envolve Maggie e Ridge me surpreendeu, claro que não temos aquele lado mais profundo dos livros da CoHo que vemos em Um Caso Perdido ou Métrica, inclusive se você está querendo se iniciar nos casos da Hoover não indico que comece por esse livro. Talvez Um Dia trata não só de amor e por isso quem procura um romance recomendo outros dela. Talvez as pessoas tenham achado a história superficial por terem visto pelo angulo errado, a história é basicamente sobre o Ridge e não sobre a traição envolvendo a Sydney, porque a história dela é apenas isso.

"Meu Deus, odeio sentimentos. E a minha consciência. Os dois estão travando uma guerra sem fim, e não sei ao certo qual prefiro desligar"

A história é narrada em primeira pessoa e os capítulos alternam entre Ridge e Sydney, logo vemos o desenrolar dos dos lados. É uma história incrível e com o mesmo toque de sensibilidade que só a CoHo sabe ter, ainda existe um fator surpresa em relação ao Ridge que me fez amar ainda mais ela, nunca tinha lido uma história que trazia tal deficiência e como representatividade importa sim, adorei que ela fez isso. O modo como ela inova no clichê mas ao mesmo tempo segue determinado ritimo na história é o que me apaixona em cada um dos seus livos.

Como sempre mais um livro dela me conquistou. A trilha sonora, o amor, o caso, as faltas de possibilidades. Leiam e se apaixonem 

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Heeey 

Hoje 03/01 estreou o primeiro episódio da segunda temporada de Shadowhunters e com o episódio disponível na Netflix tratei de assistir para dizer um pouco sobre esse inicio de temporada. Então nessa postagem terá spoilers do primeiro episódio, se você ainda não viu e não quer saber nada sobre basta não continuar lendo mas também terá mais minha opinião sobre o que achei ao invés de apenas descrever o que aconteceu.

Finalmente começamos a sair da infinita Caverna do Dragão que estava sendo essas adaptações dos livros da Cassandra Clare. Ao inciar esse episódio tive a impressão de que finalmente saímos do primeiro livro, estamos vendo outras partes importantes da saga Os Instrumentos Mortais sendo passado para a tela. Embora eu ache que essa segunda temporada passará por um período "chato" em que Clary e Jace são irmãos e eles começam o episódio com a Clary querendo encontrar o irmão perdido já que no final da primeira temporada ele tinha sumido com o Valentin.

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Jocelyn, assim como no livro, continua insistindo em manter as coisas escondidas da Clary e deixar a filha a própria sorte (#VoltaaDormirJocelyn). Eu gostei de como esse episódio parado nos introduziu para o que está prestes a acontecer nos próximos capítulos. Jace precisa ser mais Jace como nos livros, Clary sempre meio lerda como sempre. Mas no geral os atores surpreenderam em relação as suas atuações, na minha opinião principalmente o Magnus que está surpreendendo. 

Os efeitos especiais ainda são bem precários, mas acho que super tem chance de melhorar. A série é boa por mais digam o contrário, as mudanças do livro x série até agora é um ponto positivo porque está combinando com a série. O episódio de volta foi cheio de suspense, aventura, frases estratégicas e mal espero para os próximos capítulos, lembrando que é toda terça na Netflix.

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E vocês o que acharam?