Heeey !

Depois que descobri que a Editora Rocco lançaria Dorothy Tem Que Morrer fiquei em surto total porque o livro estourou na gringa e eu não via a hora de ler, mas eles me surpreenderam novamente a lançarem The Sin Eater's Daughter lançado aqui como A Herdeira da Morte e claro o livro já está na minha lista. Obviamente quero ler Sete Minutos no Paraíso da minha amada Sara Shepard criadora de Pretty Little Liars e The Lying Game, então confiram:
Jovem




Heróis urbanos

Rubem Fonseca, Raphael Montes, Luisa Geisler e outros

Reunindo jovens e veteranos da ficção brasileira – Raphael Montes, Luisa Geisler, Rubem Fonseca, Natércia Pontes, Leticia Wierzchowski, Cecilia Giannetti e Emiliano Urbim –, a coletânea de contos para jovens Heróis urbanos desconstrói o arquétipo do herói presente na cultura pop, com uma galeria de personagens cheios de complexidade e contradições saídos do cotidiano urbano. Desprovidos de poderes especiais, os protagonistas dessas histórias narradas em linguagem crua vagam anônimos pelas metrópoles contemporâneas, colocando em xeque o bom e o mau, o certo e o errado, o heroísmo e a vilania, como uma cabeleireira que lida com o surgimento de um serial killer numa favela, ou uma garota precoce que gerencia um negócio inusitado na escola. [mais]



Fergus Voador – O grande desafio de ciclismo

Sir Chris Hoy & Joana Nadin


Depois de viver mágicas aventuras sobre a velha bicicleta de seu pai, que ele ganhou em seu aniversário de nove anos, Fergus Hamilton está mais próximo de alcançar seu grande sonho: se tornar um campeão de ciclismo. Com sua imaginação fértil e sua bike pra lá de especial, além de muita determinação, ele cria, junto com o avô, a equipe Os Esperançosos do Hércules, para competir com os convencidos Campeões do Wallace. Muitos desafios e descobertas aguardam Fergus em O grande desafio de ciclismo, o segundo livro da série escrita pelo campeão olímpico mundial Chris Hoy. Dono de seis medalhas de ouro e uma de prata, Hoy, que estará no Brasil em agosto durante os jogos olímpicos Rio 2016, divide com a garotada sua paixão pelos pedais nesta série de aventura e fantasia campeã. [mais]



Sete minutos no paraíso

Sara Shepard


No sexto e ultimo volume da série The Lying Game, da mesma autora de Pretty Little Liars, Emma se torna a principal suspeita pela morte da irmã gêmea, Sutton Mercer. Depois de se passar por Sutton na tentativa de descobrir quem a matou e por que, agora é a vida de Emma que corre perigo, e ela terá que correr contra o tempo para encontrar o assassino da irmã, antes que vá parar atrás das grades ou algo pior aconteça. Neste final arrebatador, para uma série eletrizante, Emma finalmente descobre o assassino de Sutton, mas ele está disposto a qualquer coisa para manter a verdade morta e enterrada junto com a vítima. [mais]


A herdeira da morte – Herdeira da morte #1

Melinda Salisbury


Twylla tem 17 anos, vive num castelo e, embora seja noiva do príncipe, não é exatamente um membro da corte. Ela é o carrasco. Primeiro de uma surpreendente série de fantasia, Herdeira da morte conta a história de uma garota capaz de matar instantaneamente qualquer pessoa que ela toca. Até mesmo seu noivo, cujo sangue real supostamente o torna imune ao toque fatal de Twylla, evita sua companhia. Porém, quando um novo guarda chega ao castelo, ele enxerga a garota por trás da Deusa mortal que ela encarna, e um amor proibido nasce entre os dois. Mas a rainha tem um plano para acabar com seus inimigos, e eles incluem os dons de Twylla. Será que a jovem se manterá fiel a seu reino ou abandonará tudo em nome de um amor condenado? [mais]



Quais vocês querem ler?





Título Original: Cinder
Autor(a): Marissa Meyer
Editora: Rocco
Páginas: 448
Tempo de Leitura: Duas Semanas
Nota:








Heeey !

Eu queria ler esse livro a muito tempo, sempre o achei caro demais mas acabei tomando coragem e comprando. Não fiz uma má compra, muito pelo contrário um livro que mistura fantasia, conto de fadas e distopia merece ser lido. Não vejo a hora de ler a continuação, mas enquanto eu não compro leiam a resenha:

Num mundo dividido entre humanos e ciborgues, Cinder é uma cidadã de segunda classe. Com um passado misterioso, esta princesa criada como gata borralheira vive humilhada pela sua madrasta e é considerada culpada pela doença de sua meia-irmã. Mas quando seu caminho se cruza com o do charmoso príncipe Kai, ela acaba se vendo no meio de uma batalha intergaláctica, e de um romance proibido, neste misto de conto de fadas com ficção distópica. Primeiro volume da série As Crônicas Lunares, Cinder une elementos clássicos e ação eletrizante, num universo futurístico primorosamente construído.

Outras Capas:


Tenho que começar essa resenha SEM SURTAR! Há um ano ou mais eu conheci Cinder pelo Skoob e prontamente eu quis lê-lo, a capa é fantástica e a sinopse conquista qualquer um apaixonado por contos de fadas, fantasias e distopias. Eu sou apaixonada pelos três gêneros, logo Cinder tinha que ser o meu livro do ano. Não foi diferente, foi amor a primeira página e BUM eu estava (e ansiava para estar) no universo distópico fantasioso criado pela Marissa Meyer.

Cinder é uma ciborgue, ou seja, ela é meio robô e meio humana. Ela não se lembra de como era sua vida antes de ser uma ciborgue, tudo que sabe que que os pais morreram depois da queda de um aerolisador (um carro que voa) e que foi adotada na Europa por um bom homem. Depois da morte do pai adotivo ela passa a viver com a Adri (sua madrasda), Peony e sua outra irmã menos importante.

Embora seja tratada pela madrasta como um robô, Cinder sente absolutamente tudo. Durante a leitura nós sentimos junto com ela, a protagonista não faz parte do Clube do Mimimi como tantas outras, embora ela seja uma cidadã de segunda classe e uma mecânica muito procurada ela não reclama da vida, sabe se cuidar sozinha e não precisa muito de ajuda. Ela definitivamente entrou para minha lista de melhores protagonistas.


"- O seu tipo sequer sabe o que é o amor? Você tem algum tipo de sentimento ou é tudo... programado?"

Como no conto de Cinderela que é a base da história de Cinder, a madrasta trata ela muito mal e tudo piora quando Peony pega uma doença incurável que se espalhou pelo país. Achando que a culpa é da Cinder, sendo assim Adri manda ela para ser "voluntária" no estudo para uma cura, só ciborgues vão. Lá ela vai conhecer quem ela é e porque é imune a doença. É incrível como o universo é futurístico e é possível imaginar esses lugares como os robôs, os laboratórios e o universo distópico contaminado.

As personagens são incríveis. Temos Cinder como protagonista e o Kai como o príncipe, ele me surpreendeu muito porque ao invés de ser todo engomadinho como a maioria dos príncipes são em livros ele é mais um adolescente sem saber o que fazer. Embora tenha aparecido pouco eu adorei a Peony mas meu amorzinho mesmo foi a Iko a robozinha que anda com a Cinder.

Narrado na terceira pessoa sempre temos a visão de outra personagem, o livro é amplo e não ficamos sempre presos nas narrativas da Cinder. É uma leitura incrível, em um universo distópico único e totalmente inovador, diferente das mesmas distopias que sempre vemos por aí.

"Ela estava contente que lágrimas não revelariam sua humilhação. Contente que nenhum sangue em seu rosto revelaria sua raiva. Contente que seu odioso corpo de ciborgue servia para alguma coisa enquanto ela se agarrava a sua dignidade despedaçada."

O ambiente de castelos, baile e ciborgues é criado de maneira ímpar e apaixonante. Além de tudo ainda temos o universo de Luna, que fica no espaço e é de lá que vem os Lunares. A rainha é tirada e está diretamente ligada com a Cinder (sem SPOILER). Luna quer dominar a Terra e talvez a chave para isso não acontecer seja a Cinder. O mistério ronda Cinder e por hora os leitores porque sabemos tanto quanto ela sabe.

A história é de um modo gigantesco incrível. Não consegui parar de ler um único minuto que fosse, Marrisa Meyer nos ganha no enredo, na descrição, com as personagens e principalmente com a Cinder. A protagonista é a personificação de uma Cinderela moderna e que sabe o que quer sem deixar de se apaixonar.

É uma leitura incrível e é o primeiro melhor livro que li no ano, não vejo a hora de ler a continuação.


Próximo Livro:



            



Título Original: Never Have I Ever

Autor(a): Sara Shepard 

Editora: Rocco

Páginas: 288

Tempo de Leitura: Uma Semana

Nota: 


Heeey !

Eu sou uma fã infinita da Sara Shepard e não vejo a hora de ler toda a série de Pretty Little Liars e de The Lying Game, por isso eu amo escrever essas resenhas do livros dela. Adoro o modo mágico como ela escreve, então se você gosta (porque se não gosta tem que gostar u.u) leia essa resenha. Confiram:

Autora da bem-sucedida série Pretty Little Liars, Sara Shepard mostra que sabe mesmo prender a atenção dos adolescentes com histórias que mostram o lado obscuro de garotas bonitas e cheias de segredos. Segundo volume de sua outra série de sucesso, The Lying Game, Eu nunca... traz a jovem Emma Paxton vivendo sob a identidade de sua irmã gêmea morta. Mas quanto mais revira o passado de Sutton para descobrir quem a matou, mais a vida de Emma está em perigo. Afinal, todos a sua volta são suspeitos, nesta intrincada trama de mistério, intrigas, romance e reviravoltas.

Outras capas:



Depois de um final arrasador no último livro eu tinha que ler a continuação. Emma ainda está presa na vida da Sutton sem saber quem assassinou a irmã, lemos naquele clima de mistério e um pouco de romance que não podemos negar nos livros da Sara. Com uma história curta e direta ela no ganha da primeira a última página. Impossível e não se sentir imersa pela história, nós somos mais um mero espectador das coisas que a Emma faz, assim como o suposto fantasma da Sutton.

Emma começa a juntar as peças para saber quem matou sua irmã. Sutton nunca foi flor que se cheire e por isso os inimigos que a cercam podem ser muitos, sua primeira suspeita são suas amigas Madeline e Charlotte. O segundo livro segue como o primeiro com pouquissímas descobertas e aquele mistério que te prende, temos poucas respostas e sempre muitas perguntas sem repostas. 

Somos apresentadas, mais do que no primeiro livro, as Gêmeas do Twitter. As duas tem um sonho de entrar para o Jogo da Mentira, mas Sutton sempre rejeitou-as e Emma passa a acreditar que elas são as verdadeiras assassinas. Descobrimos então que por causa da Sutton uma da gêmeas foi parar no hospital depois de um trote nos trilhos de um trem. E ficamos sempre com as perguntas na cabeça: Quem é a verdadeira Sutton? Foi ela mesmo? O que realmente houve com ela? Nunca temos as respostas.

O problema desses livros é que depois de ler VOCÊ PRECISA DO PRÓXIMO, a história é incrível e não posso negar que tem uma pega meio Pretty Little Liars (que eu conheci antes, devo dizer) mas todo esse mistério e perguntas fazem com que você não queira deixar de ler nem por um minuto. Sarah nos dá uma lista inteira de suspeitos e foca em um, nesse livro as Gêmeas do Twitter. Depois ela faz a gente achar que sabemos de tudo e então ela derruba nossas verdades e vemos que é mentira.

O livro não tem um momento de "descanso" a história se desenrola com um fato atrás do outro. É uma história incrível, eu não vejo a hora de ler Duas Verdades e Uma Mentira. Ainda acho que a culpada disso tudo é a Sutton, mas em PLL eu também achava que era a Alisson. Então só lendo para saber haha.



Próximo Livro:








Título Original: The Lying Game
Autor(a): Sara Shepard
Editora: Rocco
Páginas: 296
Tempo de Leitura: Três Dias
Nota: 

Heeey !

Vocês devem saber que sou muito fã dos livros da Sara Shepard e desde que li o primeiro volume de Pretty Little Liars soube que seria sua fã e que iria querer ler os outros trabalhos dela, pois consegui comprar o primeiro volume de The Lying Game e só posso dizer para lerem essa resenha porque o livro é incrível. Confiram:

O jogo vai começar. Primeiro volume da nova série da autora de Pretty Little Liars, que ficou mais de 50 semanas no ranking do The New York Times e vendeu mais de cinco milhões de exemplares, O Jogo da mentira acompanha a história de duas gêmeas separadas ao nascer e unidas por um misterioso assassino. Com uma trama ainda mais intrincada e sombria, que tem início quando Emma resolve trocar de lugar com a irmã, a série repete a trajetória de sucesso de PLL, com um enredo repleto de suspense, intrigas e reviravoltas de tirar o fôlego, e uma bem-sucedida adaptação para a TV.

Outras Capas:


O mais intrigante na leitura de qualquer livro da Sara é que ela consegue te prender em apenas 200 páginas e fazer você ansiar de forma inexplicável pelos próximos livros. A história é tão completa em apenas 200 páginas, ela não exagera, não deixa qualquer detalhe solto, nenhuma informação desnecessária. O livro é milimetricamente composto por momentos importantes e fatos que serão questionáveis durante a leitura, antes de tudo ela é uma escritora incrível que cria livro para adolescentes com boas histórias sem envolver nesciamente amor e sexo.

Em O Jogo da Mentira temos a história a Emma e da Sutton (amo falar esse nome, é estranho) elas são irmãs gêmeas idênticas mas não sabem disso, ou melhor, elas se quer se conhece. Todavia alguém conheceu Emma antes da Sutton e a trouxe para assumir a personalidade da irmã. Um vídeo que parece ser o assassinato de Sutton chega nas mãos da Emma e tudo o que ela tem é descobrir o que houve com essa irmã mas assumindo seu lugar.

Emma é mais ou menos a gêmea boa, a mãe desapareceu quando ela ainda era criança e por isso ela viveu em várias famílias temporárias e lares adotivos mas mesmo assim ela continua sendo uma menina doce. Sutton sempre soube que foi adotada, só que ela teve mais sorte porque a família que a adotou é rica. Ela não mede esforços para ter o que quer, tem um bom namorado, uma ótima família, uma irmã chamada Laurel.

O livro é incrível porque Sutton narra o pelos olhos de Emma. Sutton está desaparecida e ela narra achando que ela própria estava morta e que Emma é a única opção de descobrir o que aconteceu com ela própria. Sutton tem amigas bem estranhas e eu sempre fiquei suspeitando de todas elas, inclusive da própria irmã Laurel que é bem invejosa na verdade. A narração desse livro é uma coisa incrível só lendo mesmo para entender do que eu estou falando.

A história adolescente é leve e apaixonante, amei cada pedaço dessa narrativa. O mistério que envolve o livro todo me fez pensar tipo "SOCORRO GENTE, ESSA NÃO É A SUTTON, ALGUÉM MATOU ELA ACORDEM!" mesmo sendo odiosa consegui me afeiçoar a Sutton, acho que ainda há muito mistério para descobrir nos próximos livros. As personagens são envolventes e é muito fácil desconfiar delas.

O ambiente criado pela Sara é simples e anti qualquer tipo de suspeita e talvez seja por isso que a leitura é tão incrível e única, se tem algo que quero e entender como a Sutton morreu, será que morreu mesmo? 

Além desse mistério todo ainda temos o Jogo da Mentira, um jogo feito de trotes por ela e suas amigas e esses trotes muitas vezes são mortais e perigosos. Trotes que a escola inteira conhece e alguns veneram e outros a odeiam por isso. Sutton não tem mesmo amigos e sim inimigos, o problema é descobrir quem a matou? Ela morreu mesmo? Só lendo a continuação. Eu AMEI ESSE LIVRO!



Próximo Livro:

1x1.trans Divulgada capa de Eu nunca..., segundo livro da série The Lying Game, de Sara Shepard



Bom Dia !

O feriado infelizmente acabou (carinha de choro T.T) maaas as novidades nunca param no mundo dos viciados em leitura. Por isso comece sua semana com os lançamentos da super editora Rocco, confesso que fiquei com vontade de ler Por Um Toque de Ouro. Enfim, confiram !


Aclamado pela crítica, o romance de estreia de Boris Fishman conta a história de Slava Gelman, jornalista frustrado e aspirante a escritor que vive em Nova York. Descendente de judeus russos, Slava nunca se interessou pelo passado de sua família, até encontrar um formulário recebido por sua avó, dois dias antes de morrer, em que sobreviventes do Holocausto deveriam relatar suas histórias a fim de receberem uma compensação do governo alemão. A princípio relutante, Slava resolve escrever um relato em nome do avô, e em seguida começa a escrever para toda uma comunidade de velhos imigrantes judeus, entrando de cabeça em um turbilhão de histórias – inventadas – sobre o Holocausto, ao mesmo tempo em que se reconecta com suas origens. Com uma narrativa elegante e irônica, Boris Fishman reflete sobre justiça, história e as fronteiras entre verdade e ficção. 



Capa do livro Cozinha à prova de ratos

Ganhadora de três prêmios Emmy, a britânica Saira Shah dirigiu, entre outros, o documentário Por baixo do véu, sobre o regime Talibã no Afeganistão. Sua estreia na ficção, no entanto, nada tem a ver com a agitada vida de repórter e documentarista em áreas de guerra. Em Cozinha à prova de ratos, Shah conta a história de Anna e Tobias, uma chef de cozinha e um músico que veem seus planos de uma vida idílica no sul da França desmoronarem em meio a um velho casarão infestado de roedores e a uma notícia devastadora: sua filha recém-nascida veio ao mundo com uma grave malformação cerebral. Com franqueza e sensibilidade, a autora constrói um romance pungente, inspirado na sua experiência de tornar-se mãe de uma criança com necessidades especiais, sobre a imprevisibilidade da vida.

Capa do livro Palavras cruzadas 

“A memória encontra aquilo que busca.” Ditadura, tortura e desaparecidos políticos são temas difíceis ao país e a milhares de famílias brasileiras. Trabalhos científicos e jornalísticos não dão conta do quanto a memória precisa trabalhar para enfatizar, expurgar, desabafar. Em seu novo romance, Guiomar de Grammont dá vida a Sofia, jornalista que tenta reconstruir a vida buscando notícias do irmão que se envolveu na Guerrilha do Araguaia. A narrativa é tecida através dos relatos históricos de desaparecidos políticos, mas também sensível, literária, ao acompanhar as divagações da protagonista em sua busca pela história do irmão. Com Palavras cruzadas, Sofia e Guiomar alcançam o que suas memórias buscam. E o leitor tem mais um Brasil para desbravar. 

Capa do livro Entre leitor e autor

Um livro de memórias e uma obra sobre leitura e o exercício da criação literária. Nas saborosas crônicas que compõem Entre leitor e autor, o poeta, cronista, ensaísta, escritor e professor Affonso Romano de Sant’Anna revê seu percurso enquanto leitor e escritor desde a juventude e relembra episódios com autores como Manuel Bandeira, Octavio Paz, Michel Foucault, Fernando Sabino, Clarice Lispector, Elizabeth Bishop, entre outros. Um livro imperdível para aspirantes a escritor – que encontrarão muitas sugestões francas e reflexões necessárias sobre a relação simbiótica entre leitura e escrita e as inquietudes do ofício –, mas também para fãs de crônicas, livros de memórias e todos que queiram conhecer melhor o pensamento e as histórias de um dos mais prolíficos autores brasileiros da atualidade.

Capa do livro Eu, você e a garota que vai morrer


Greg Gaines é socialmente invisível, Earl Jackson vem de um lar desajustado e Rachel Kushner tem câncer, mas Eu, você e a garota que vai morrer está longe de ser mais um dramalhão lacrimoso. Subvertendo clichês, o autor Jesse Andrews oferece um romance de formação que, com um estilo pop e original, consegue juntar irreverência e sensibilidade ao tratar dessa coisa maluca chamada morte.

Manter-se alheio a grupos e tribos é a estratégia de sobrevivência adotada por Greg em meio à caótica fauna adolescente – e são poucos os gordinhos que, como ele, conseguem chegar incólumes ao último ano da escola. Sua única companhia razoavelmente constante durante esse tempo tem sido Earl, o baixote de boca suja ao lado de quem descobriu um tesouro dentro de casa: a coleção de DVDs do pai. Desde que se depararam com a expressão insana do ator Klaus Kinski na foto da capa de Aguirre, a cólera dos deuses, os dois vêm assistindo a centenas de filmes e produzindo juntos suas próprias versões dos preferidos (muitas vezes estreladas por Cat Stevens, o gato da família).
Quando Rachel, uma colega de classe, é diagnosticada com leucemia, Greg se vê obrigado a repensar os conceitos de sua calculadamente minimalista vida social. Porque sua mãe, cuja especialidade é vencer qualquer duelo verbal, acha que ele deve se aproximar da menina para tentar fazê-la se sentir melhor durante o tratamento. Assim, após constrangedores momentos de silêncio e piadinhas nervosas de gosto duvidoso, o rapaz descobre que os vídeos toscos realizados em parceria com Earl, aqueles que eles haviam jurado jamais mostrar a alguém, são a maneira mais eficaz de levar um pouco de alegria ao dia a dia de Rachel.

O que surge a partir daí, no entanto, não é uma história de amor e superação capaz de desafiar as forças da natureza – pelo contrário: Eu, você e a garota que vai morrer aborda questões como perda e amadurecimento por meio de uma narrativa realista, sincera e engraçada. Como uma espécie de O apanhador no campo de centeio da geração Z, o romance mergulha fundo na alma dos jovens para criar uma voz que tem o poder de cativar leitores de todas as idades.
 

Capa do livro Um romance grego

Era na encantadora Erikousa que Daphne costumava passar as férias na infância e na adolescência. Agora, adulta, viúva e prestes a se casar novamente, a renomada chef deixa a agitada vida em Nova York e retorna à pequena ilha grega para cuidar dos preparativos do casamento, a ser realizado em duas semanas. Filha de imigrantes que foram buscar uma vida melhor nos Estados Unidos, aos poucos Daphne se entrega à vida tranquila do lugar, regada a almoços servidos sob a oliveira no pátio da casa da avó. O contato com velhos conhecidos, suas lembranças dos verões passados na ilha e as visitas de Yianni, um pescador quarentão misterioso, levam Daphne a conhecer segredos nunca imaginados sobre sua família e conduzem a trama a um desfecho surpreendente.

Capa do livro Minha sexlist

Esqueça a tradicional lista com resoluções de início de ano do tipo parar de fumar, entrar na academia, arrumar um novo emprego e embarque com Phoebe Henderson num desafio bem mais ousado e original. Depois de flagrar o ex com outra, a protagonista de Minha sexlist inova em suas promessas de ano novo e estabelece a meta de realizar dez desafios sexuais em um ano. Entre tentativas e erros envolvendo desde o bonitão do escritório ao melhor amigo, Phoebe percebe, do alto de seus 32 anos, que pôr o plano em prática não é das tarefas mais fáceis, e registra suas descobertas, alegrias e frustrações nessa espécie de diário sexy franco e bem-humorado. 
Capa do livro O obstáculo é o caminho

O que impede a ação favorece a ação. O que fica no caminho torna-se o caminho. As palavras do imperador Marco Aurélio, conhecido hoje como o último dos Cinco Bons Imperadores, são o ponto de partida para o livro de Ryan Holiday, que visa a ajudar o leitor, mais do que superar os problemas do cotidiano, a “virá-los de cabeça para baixo” e transformá-los em oportunidades. Discípulo de Robert Greene, autor do bestseller As 48 leis do poder, executivo e consultor da área de marketing, Holiday buscou inspiração nos ensinamentos de grandes líderes desde o Império Romano para mostrar como tirar proveito das adversidades em qualquer área da vida – pessoal, profissional, financeira – e tornar-se uma pessoa melhor, realizada e bem-sucedida.
Capa do livro Por um toque de ouro
Depois do bem-sucedido O Reino das vozes que não se calam – criado em parceria com a atriz Sophia Abrahão e desde o lançamento na lista dos mais vendidos de ficção nacional da Nielsen – a escritora Carolina Munhóz apresenta Por um toque de ouro, que abre a Trindade Leprechaun, sua primeira trilogia, inspirada nas lendas irlandesas. Ambientado na Dublin contemporânea e protagonizado por uma jovem ligada ao mundo fashion que descobre ser herdeira de uma rara linhagem de seres mágicos considerados guardiões de potes de ouro, Por um toque de ouro é um romance de fantasia urbano e contemporâneo. 

Capa do livro O enigma do pássaro de fogo 

Dennis Brodie Bray sempre se sentiu um pouco deslocada, até que um convite com uma mensagem cifrada chega pelo correio. Escolhida para participar de uma equipe de decifradores desafiada a desvendar o ancestral e enigmático Manuscrito Voynich, a garota vai para uma nova escola e ganha novos amigos. Mas também se vê envolvida numa trama de mistério e perigos, afinal, há alguém capaz de tudo para impedir que Brodie e seus amigos decifrem o código. O enigma do pássaro de fogo é o primeiro livro da serie Decifradores, da britânica H. L. Dennis. Repleto de ação e segredos, o romance é perfeito para aqueles que gostam de desafiar a lógica, tanto quanto a imaginação. Uma estreia arrebatadora para uma série que veio para ficar.

Capa do livro O cachorro e seu menino
Eva Ibotson Autora de títulos já considerados clássicos da literatura infantojuvenil, a austríaca Eva Ibotson repete as doses de talento e encanto que marcam seus romances em O cachorro e seu menino. O livro – cujas últimas provas foram revisadas pela autora pouco antes de sua morte, em 2010, aos 85 anos – conta a história de Hal, um “pobre menino rico” cujo maior sonho é ter um cachorro. Em seu aniversário de 10 anos, ele finalmente realiza seu desejo, que atende pelo nome de Pintado, um simpático Tottenham Terrier com uma pinta dourada no olho esquerdo. Hal só não imaginava que Pintado fora alugado por seus pais por um fim de semana apenas. Disposto a tudo para não se separar mais de seu melhor amigo, o garoto resolve resgatar Pintado e embarca numa emocionante e divertida aventura. 

Capa do livro Feitiço
 Desde que descobriu ser a mais nova de uma linhagem de bruxas, a antiga Confraria das Cahors, a vida de Holly Cathers passou por muitas mudanças. E não seria para menos. Sua família vivia há séculos uma rixa com outra confraria de bruxos, os Deveraux, e ela acabou se envolvendo justamente com um deles, o jovem Jer. Depois de Bruxaria, Maldi- ção e Legado, em Feitiço, o quarto livro da série Wicked, Holly terá que enfrentar o líder dos Deveraux, o perigoso Michael. Se ela já salvou a vida de Jer no passado, agora é a vez de o rapaz resgatar sua alma gêmea. Contudo, um novo bruxo chega à cidade. Será que o futuro de Holly está a salvo?

Capa do livro Flávia e o bolo de chocolate

Míriam Leitão Em meio aos questionamentos da pequena Flávia sobre a sua pele marrom – tão diferente da pele branquinha da mãe –, a premiada jornalista Míriam Leitão aborda temas delicados como adoção e questões raciais de forma sensível e lúdica para os pequenos. Com belas ilustrações de Bruna Assis Brasil, a autora, ganhadora do Prêmio FNLIJ 2014 na categoria Escritor Revelação por seu livro infantil de estreia, A perigosa vida dos passarinhos pequenos, mostra que o mundo é feito de diferentes cores, pessoas e sabores. E que é justamente isso que o torna tão rico. Flávia e o bolo de chocolate é o terceiro livro infantil de Míriam Leitão, autora também de A menina de nome enfeitado.


Quais estão na lista de vocês?


Título Original:  Champion


Páginas: 300



Autor: Marie Lu


Editora: Rocco



Tempo de leitura: Dois Dias


Nota: 


Heey ! 

Assim que terminei Prodigy voei para a continuação, Marie Lu não nos deixa tomar fôlego. Fico triste que tenha acabado algo tão bom quanto a Trilogia Legend, mas espero encontrar mais distopias nos níveis de Marie Lu. Confiram:

Champion - No emocionante desfecho da trilogia Legend, June ocupa uma posição privilegiada no governo e Day trocou a alcunha de criminoso mais procurado do país pela de herói nacional. Mas quando tudo parece conspirar a favor da paz, a ameaça da guerra ressurge na forma de um vírus mortal que começa a espalhar o pânico entre as colônias. Em Champion, a vida de milhares de pessoas está novamente nas mãos de June, a menina-prodígio da República. Mas salvá-las significa também enfrentar novos desafios e exigir novos sacrifícios de seu amor. O livro chega ao Brasil pelo selo Rocco Jovens Leitores, que relança também os dois primeiros volumes da série, Legend e Prodigy.

Outras Capas:


Título Original:  Prodigy


Páginas: 304



Autor: Marie Lu


Editora: Rocco



Tempo de leitura: Três Dias


Nota:  







Heey !

Há tempos queria continuar lendo a Trilogia Legend (para ler a resenha do primeiro livro, Legend, clique aqui) e por fim consegui uma promoção na Submarino onde comprei os dois últimos, Prodigy e Champion, por um preço bem legal. Então se está na dúvida se deve continuar a leitura confira:


Prodigy - Considerada pelo público e pela crítica internacional uma das melhores sagas de distopia já publicadas, a trilogia Legend, da chinesa radicada nos EUA Marie Lu, conquistou leitores de diversas partes do mundo ao acompanhar o romance improvável entre dois jovens de origens distintas numa realidade opressora. Depois de descobrir, no primeiro livro da série, as medidas extremas que o governo da República é capaz de adotar para proteger alguns segredos, no segundo volume da saga, Prodigy, June e Day assumem a tarefa de assassinar o novo líder político da nação. Mas será que este é o melhor caminho de levar a cabo uma revolução e dar voz ao povo da República?

Outras capas:


Título Original:  Legend


Páginas: 399



Autor: Marie Lu


Editora: Rocco


Tempo de leitura:  Um Dia


Nota:   5/5 






Leitores & Leitoras *u*

Beeem, meu amor por distopias é infinito. Vamos ter uma pequen a maratona com resenhas de distopias depois dessa. Eu amei muito esse livro, ele e fantástico e espero que vocês curtam a resenha:

A Verdade Se Tornará Lenda – Ambientado na cidade de Los Angeles em 2130 D.C., na atual República da América, conta a história de um rapaz – o criminoso mais procurado do país – e de uma jovem – a pupila mais promissora da República –, cujos caminhos se cruzam quando o irmão desta é assassinado e a ela cabe a tarefa de capturar o responsável pelo crime. No entanto, a verdade que os dois desvendarão se tornará uma lenda. O que outrora foi o oeste dos Estados Unidos é agora o lar da República, uma nação eternamente em guerra com seus vizinhos. Nascida em uma família de elite em um dos mais ricos setores da República, June é uma garota prodígio de 15 anos que está sendo preparada para o sucesso nos mais altos círculos militares da República. Nascido nas favelas, Day, de 15 anos, é o criminoso mais procurado do país; porém, suas motivações parecem não ser tão mal-intencionadas assim. De mundos diferentes, June e Day não têm motivos para se cruzarem – até o dia em que o irmão de June, Metias, é assassinado e Day se torna o principal suspeito. Preso num grande jogo de gato e rato, Day luta pela sobrevivência da sua família, enquanto June procura vingar a morte de Metias. Mas, em uma chocante reviravolta, os dois descobrem a verdade sobre o que realmente os uniu e sobre até onde seu país irá para manter seus segredos.

Outras capas:


Bom Dia, Leitores !

Hoje vamos começar o dia com os lançamentos da editora Rocco para esse mês de setembro. Confiram:


Em 20 de fevereiro de 1805, o capitão Amasa Delano localizou uma embarcação misteriosa perdida no mar revolto do Atlântico Sul. Navegador experiente, de família de pesqueiros da costa de Massachusetts, Delano decidiu ir até o veleiro sem bandeira para verificar se seus tripulantes precisavam de ajuda. Quando subiu a bordo do Tryal, o capitão nativo da Nova Inglaterra encontrou uma surpreendente mistura de africanos e marinheiros espanhóis e mulatos no navio comandado por Benito Cerreño.


Elaine Greenstein tem 80 anos e está prestes a se mudar para um apartamento para idosos no Rancho Mañana, local que ela ironicamente chama de Rancho Sem Amanhã. No novo endereço, ela não terá espaço para muita mobília ou lembranças de sua longa vida como advogada. Por sorte, logo depois de tomar a decisão, a Universidade de Southern California pediu que Elaine doasse sua coleção de papéis para a biblioteca da instituição, e ainda colocou à disposição dela um aluno para ajudá-la.


Depois da fotografia nada mais foi como antes. A fotografia se firmou como uma nova forma de ver o mundo que, no processo de documentá-lo e interpretá-lo, acabou transformando aquilo que registrava. Arte, literatura e todos os demais meios de expressão foram influenciados pela intermediação desta “película”, que se interpôs entre o real e a sua representação, como demonstra com brilhantismo Natalia Brizuela em seu envolvente ensaio, que chega aos leitores pela coleção Entrecríticas, organizada por Paloma Vidal.




Em Literatura e ética – Da forma para a força, a professora doutora de Teoria da Literatura da Universidade Federal Fluminense Diana Klinger encontra um lugar agradável e sedutor para ouvir e investigar a distância - na verdade, o que há de intrínseco e conflituoso - entre a literatura e a vida. 
O caminho percorrido é autobiográfico e corajoso. Klinger parte dos próprios afetos e leituras para pensar o ato da escrita como político e segue incorporando a teoria, principalmente os filósofos Michel Foucault, Gilles Deleuze e Spinoza, para “procurar algo da ordem do inconstatável” na tensão ética e estética do fazer literário, pensando a questão do sentido na literatura e na sociedade contemporânea.


Um médico brasileiro sufocado pelas exigências inerentes ao sucesso profissional. Um velho senhor de sangue árabe à beira da morte, mas de mente vivaz e arguta com um sonho a ser realizado. Uma mulher de beleza impressionante, um filho de 12 anos e um avô para tomar conta. Paulo Roberto Bassam ainda não sabe, mas sua vida está prestes a ser enredada não apenas por Tawfiq Ibn Al Bassam e Nádia Morán, mas por Shariar e Sherazade, os emblemáticos personagens de As mil e uma noites.



Uma rotina apática, sem brilho: um trabalho burocrático, horas de procrastinação à frente da TV ou navegando pela internet, diversão beirando o zero, atividade física nula, vida social inexistente e nenhum amigo. O único ponto fora da curva, sua namorada, está a milhares de quilômetros de distância, a trabalho, em Manaus. Frente a essa realidade entediante, um boiler queimado no inverno e a perspectiva de uma ducha gelada tornam a dispensa do banho não só um evento para Célio Soihet Waisman, mas um verdadeiro “Projeto”. Eis a premissa do desconcertante Minha vida sem banho, novo romance do prestigiado escritor, tradutor e jornalista Bernardo Ajzenberg.


Ação non-stop e suspense: eis os elementos que compõem um thriller de tirar o fôlego e fazer o leitor ansiar pelo próximo capítulo. Soma-se a isso o universo dos seres de caninos alongados e sede de sangue, com os dogmas e mistérios da fé revisitados e colocados em xeque — numa surpreendente mistura de Entrevista com o vampirocom O Código Da Vinci. O sobrenatural e a religião, enredados em mistério e aventura, são o mote do eletrizanteO evangelho de sangue, primeiro volume da série A Ordem dos Sanguinistas, escrito por James Rollins e Rebecca Cantrell.



Billy é um menino diferente: sua sexualidade sempre incluiu o gosto pelo masculino e o feminino e todo o espectro entre os dois gêneros. Um dos protagonistas mais atormentados e apaixonantes de John Irving, Billy cresce ciente de que as diferenças – sexuais, de opinião ou de raça, pouco importam – são tão definidoras quanto as semelhanças.


“Quem sou eu?” Esse é o desafio proposto aos leitores no novo livro de Blue Balliett, autora do aclamado mistério juvenil Procurando Vermeer, lançado pela Editora Rocco em 2006 e pelo qual ela recebeu o prêmio Edgar Allan Poe na categoria juvenil. Em A Caixa dos Perigos, Balliett retorna com outra intrigante trama que reúne ação, mistério e ciência.


Eugênia é uma menina de 11 anos apaixonada por mecânica e elétrica e capaz de consertar qualquer aparelho eletrônico. Seu quarto, repleto de fios e outras traquitanas, parece mais um cenário de filme de ficção científica do que o mundinho cor-de-rosa de uma pré-adolescente! Cansada de tentar entender os seres humanos, que ela considera muito complicados, mas sentindo-se sozinha, Eugênia decide criar seus próprios amigos – companheiros, leais e... devidamente programados por ela. Mas será que esses seres previsíveis conseguirão substituir os amigos de carne e osso de quem Eugênia tanto sente falta, com suas atitudes e pensamentos por vezes indecifráveis?


June e Day já estiveram em lados opostos uma vez. Mas, depois de descobrir as medidas extremas que o governo da República é capaz de adotar para proteger alguns segredos, agora os dois jovens têm a oportunidade de lutar lado a lado contra o controle e a tirania da República e, assim, alterar para sempre o rumo da guerra entre as nações. Resta saber se estão preparados para pagar o preço que as transformações exigirão deles.


Considerada pelo público e pela crítica internacional uma das melhores sagas de distopia já publicadas, a trilogia Legend, da chinesa radicada nos EUA Marie Lu, conquistou leitores de diversas partes do mundo. Ambientada na República, nação instalada numa região outrora conhecida como costa oeste dos Estados Unidos e que vive em guerra contra as Colônias, a série acompanha o romance improvável entre dois jovens de origens distintas numa realidade opressora.


Aguardado volume final da trilogia Legend, de Marie Lu, Champion apresenta um desfecho emocionante, digno da distopia best-seller do The New York Times. Publicada em mais de 24 países, a série é considerada por público e crítica uma das melhores do gênero, ao lado de outras como Jogos Vorazes e Divergente, e seus direitos de adaptação para o cinema foram vendidos para a CBS Films e a Temple Hill Entertainment, da saga Crepúsculo.Champion é lançado no mesmo momento em que a Rocco Jovens Leitores apresenta as reedições dos dois primeiros livros da trilogia: Legend e Prodigy.