Olá Amigos ! 

Apaixonada por poemas e boas músicas, tenho 14 anos sou paulistana e sou apaixonada por fotografar pequenas belezas. Meu nome é Rafaella, sim com dois ''L'' para ser mais especial, mas todos me chamam de Rafa. Gasto muito do meu tempo vendo filmes e ouvindo Artic Monkeys, navegando pelo Tumblr e lendo bons livros. Sou uma geekzinha com uma cadeira de rodas branca e vermelha e louca por Star wars, Harry Potter e unicórnios. E agora sou dona de um blog chamado The Girl Wheelchair,  e também vou começar a postar aqui no Descafeinadas. Vou falar sobre, música, filmes, séries e fotografias, e espero realmente que vocês gostem de mim.

Para dar inicio as minhas postagens aqui no blog, vou começar fazendo um review do filme Revolucionary Road (foi Apenas Um Sonho) com o Leonardo DiCaprio e Kate Winslet. O filme conta a história do casal April e Frank, um casal feliz dos anos 50. Após se mudarem para uma casa em Revolucionary Road, logo eles vão percebendo que estão se tornando algo que prometeram a si próprios a não ser. Logo aqui em baixo vocês vão ver a ficha técnica, e a minha opinião sobre o filme. Então confiram:





Sinopse: Anos 50. Frank (Leonardo DiCaprio) e April (Kate Winslet) formam um casal feliz. Eles sempre se consideraram especiais e prontos para levar uma vida seguindo ideais. Ao se mudarem para uma casa na Revolutionary Road eles ficam orgulhosos por declarar independência da inércia suburbana que os rodeava. Porém logo eles percebem que estão se tornando justamente aquilo que não queriam ser. Frank está em um trabalho insignificante e tem medo de tudo, enquanto que April é uma dona de casa infeliz. Decidida a mudar a situação, April propõe que comecem tudo de novo, deixando de lado o conforto da atual casa e recomeçando em Paris. Só que, para executar este plano, eles chegam aos seus extremos.




Eles viviam de modo falso, e eu duvido muito que em algum dia eles foram felizes, mesmo no começo do relacionamento, como se tudo fosse apenas uma ilusão de dois jovens apaixonados. Dá pra perceber claramente que, April era uma mulher/menina, ela se perdeu e tudo o que queria era se encontrar, pra ela tudo aquilo era como uma punição do universo á ela. 

De certa forma, April tinha seus sonhos frustrados, ela queria ser uma boa atriz e no final acabou sendo uma boa mãe, coisa que ela não tinha imaginado que seria, creio que o problema tenha sido a falta de realdade na vida dela. 


Como uma menina, April sonha e acaba tirando os seus pés do chão, coisa que seu parceiro Frank tinha até demais. Um homem sem ambição nenhuma, esse era Frank, é bem óbvio que ele odiava sua vida e seu emprego, mas ele tinha amor por April, tenho certeza.

 Em uma parte do filme ela dá entender que a culpa de seus sonhos não terem sido realizados é de Frank e seus maridos, o que por partes é verdade. O que faltou no relacionamento foi equilíbrio de ambas as partes. April era sonhadora demais, e Frank realista de mais. Esse é o tipo de filme que eu só assistiria uma vez, mas recomendo pra quem gosta de filmies desse tipo.


Bem, eu espero que vocês tenham ficados extremamente curiosos para assistir o filme e que tenham gostado da minha forma de fazer review (estranho, eu sei). Vou deixar aqui embaixo as minhas redes sociais, certo ?

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All The Love, Rafa. 









Heeey !

Assisti esse filme no começo das minhas férias, faz tempo que eu tinha que tomar vergonha e começar a escrever um review sobre ele. Baseado em um livro de mesmo nome The Duff nos mostra um lado um tanto feminista de ver a vida na escola, pelo menos eu vi assim. É um filme delicioso e vocês não podem perder esse review. Antes de ler, confiram o trailer:


Sabe aquele filme que você se identifica totalmente? Bem é o caso de The Duff. Comecei a assistir pela indicação da minha irmã (que entende muito de filmes com só 12 anos) e percebi que eu sou/era a Duff do meu grupo. Duff é a sigla americana Designated Ugly Fat Friend que seria mais ou menos Desajeitada, Feia, Gorda e Amiga, ou seja, é aquela amiga que é boazinha e não é tão bonita, a conselheira, a que sobra, a estranha, a diferentona do grupo. Por um momento me senti assim, mas o filme não é sobre se sentir mal e sim sobre como esteriótipos não devem construir quem somos.

Bianca Piper não liga para o que pensam dela, tem duas boas amigas, é inteligente e decidida. Isso tudo cai em esquecimento quando o Wes (o vizinho que ela mais odeia nesse mundo) diz que ela é a Duff do grupo dela. Isso cria toda uma paranoia na Bianca porque ela não quer ser assim, ela não quer que notem ela só por causa das amigas bonitas. Ela quer ser notada por ser a Bianca Piper e não a Duff.

Jess e Casey são as melhores amigas da Bianca e ao ver da própria todas sabem que ela é a Duff do grupo menos a própria Bianca. Wesley é quem conta para a Bianca sobre ela ser a Duff e nisso eles fazem um acordo para que ele ensine ela a ser mais atraente e menos a esquista do grupo. Nisso eles acabam criando uma relação de amor e ódio e claro uma amizade colorida.



Maddison a ex do Wes acaba achando que a Bianca quer o namorado dela (nem a própria Bianca sabia que gostava dele) nisso o filme adota o tema cyberbullying onde um vídeo da Bianca fazendo graça vai parar na internet e ela passa a sofrer bullying nos corredores da escola. O filme tratou isso de um modo bem real e chama atenção para o que é a internet se não sabemos usá-la.

Eu gostei do filme mesmo ele abordando aqueles temas clichês de adolescente, acho que no fundo eu adoro um bom clichê, se o clichê for bom e não tão bobinho. Duff tem uma mensagens aos adolescentes que deve ser ainda mais forte no livro (que eu pretendo ler), adoro livros em que a personagem se assume como é decide levar a vida do jeito que quer sem se importar com os outros.



Wess acaba se apaixonando pela nerd simpática e ela pelo popular aparentemente sem cérebro. É um filme agradável e vale apena assistir, eu veria de novo sem problema algum. É o tipo de filme que te faz nostálgico por um tempo ou até te faz pensar "cara, queria que minha vida fosse um filme também!". Então Duff é incrível, me apaixonei e quero ver de novo!


Heeey !

Quem acompanha a page do facebook sabe que na última semana fiquei cinco dias internada e por isso não consegui atualizar as postagens como deveria. Por isso vou fazer um review dos dois primeiros capítulos disponibilizados na Netflix. Vou fazer um grande resumão mas também dar a minha opinião sobre a segunda chance de Os Instrumentos Mortais de ser adaptado para algo além dos livros.

Devo acrescentar que essa é minha opinião sobre a série e eu não me poupo em falar o que acho das coisas que vejo e leio, vou tentar falar da diferencias entre a série e os livros (que felizmente consegui ler todos) mas vou analisar principalmente como série. Por isso confiram:


Esse post contem SPOILERS do episódio.

Quero começar dizendo que a série É BOA SIM, esse mimimi dos "fãs" é que é podres. Antes de tudo devemos lembrar que é uma ADAPTAÇÃO, e se a série vier a ser cancelada a culpa é dos próprios "fãs" que ficam criticando. Devemos lembrar que as duas séries mais assistidas The Vampires Diaries & Pretty Little Liars são inspiradas em livros e não são iguais ao mesmo e assim mesmo conseguiu milhares de fãs. Então menos, gente bem mesmo. Agradeçam a segunda chance que outras sagas não tiveram.

O primeiro capítulo, 1x01, chamado The Mortal Cup ( traduzido como O Cálice Mortal) temos aquela sensação de que já vimos isso antes, obviamente até achei parecido com o começo do livro e a idade da Clary não me incomodou nenhum pouco. Com uma volta de algumas horas somos apresentados as personagem, logo eles estão na boate Pandemonium onde o Shadowhunters estão caçando um demônio.

Como no livro Clary vai atrás de Jace (mesmo que na história ele não esbarre nela, não que eu me lembre) e atrapalha ele de matar um demônio metamorfo. Acontece então que Jace fica boquiaberto por ela poder vê-los, mas Clary com cara de ué não dá a chance de ele falar nada e sai correndo.


Ela volta para casa então e encontra toda aquela bagunça, ela conta para a mãe dela (o que só acontece por volta do terceiro livro, quando a duas tem uma conversa sincera sobre o que é o mundo das sombras) a Jocelyn acaba tentando explicar a história a filha mas a Dot (que é a madame Dorotheia no livro) é uma amiga da familia que conta que o Ciclo está vindo. Ela manda Clary por um portal que sai na delegacia, onde o Luke trabalha, e então a confusão começa.

Clary acha que Luke não é tão confiável assim e vai para a casa onde Jace salva ela. Já no segundo capítulo, 1x02, The Descent into Hell is Easy (que traduzido fica A Descida não é Fácil) a protagonista é jogada no mundo dos caçadores de sombra e fica sob a proteção do Jace já que o Ciclo está atrás dela. O segundo capítulo é legal mas não muito emocionante, é como o começo do livro que ao meu ver foi parado demais.

Ao meu ver o problema não está em "a série ser diferente do livro" e sim em ela ser juvenil demais com atores bem mais velhos. Precisa ter aquela pegada que TVD tem mais sombrio e romântico, pode ser que isso melhore nos próximos capítulos por isso não vou reclamar. Já era o mesmo problema do filme, mas as cenas de lutas e os demônios estão mais legais na série.


Vamos falar dos atores QUE ESPETÁCULO. Izzy é linda demais exatamente como no livro assim como o Alec. Eu sempre gostei do Dom (o Jace) então para mim não podia ter Jace mais perfeito, a Clary é linda mas é chata como livro (Sou Team Tessa, não gosto da Clary hahah), o Simon está mais engraçado e até gosto mais dele na série. Os atores souberam interpretar muito bem, a essência das personagens.

Os capítulos começam exatamente de onde o outro parou, então se você assistir direto vai ver que é quase como ver um filme. Particularmente eu estou gostando da série, mas não posso negar que ela tem o que melhorar mas não é por isso que vou deixar de ver. Os livros são bons mas ver os personagens saindo do livro não tem nada melhor que isso.

A série é atualizada na Netflix, vou tentar sempre dar meu review aqui. Até <3




Título Original: Snow Like Ashes
Autor(a): Sara Raasch
Editora: HarperCollins
Páginas: 422
Tempo de Leitura: Uma Semana
Nota: 






Heey !

Queria a muito ler esse livro, ele tem uma capa tão linda e é muito falado lá fora. Então confirma a resenha dessa fantasia incrível.


Dezesseis anos trás o reino de Winter foi conquistado e seus moradores escravizados, deixando-os sem magia e sem um monarca. Agora, sua única esperança de liberdade está em oito sobreviventes que conseguiram escapar e que desde então estão esperando por uma oportunidade para roubar de volta a magia de Winter e reconstruir o reino.Tornada órfã durante a queda de Winter, Meira viveu toda sua vida como uma refugiada, criada pelo general de Winter, Sir. Treinando para ser uma guerreira - e desesperadamente apaixonada por seu melhor amigo e futuro rei, Mather - ela faria de tudo para ajudar seu reino ascender ao poder novamente.Então quando batedores descobrem a localização do antigo medalhão que pode restaurar a magia de Winter, Meira decide ir atrás dele ela measma. Finalmente ela está escalando torres, lutando contra soldados inimigos e servindo seu reino exatamente como ela sempre sonhou que faria. Mas a missão não acontece como planejado e Meira logo se encontra jogada em um mundo de magia maligna e tramas perigosas - e finalmente começa a perceber que seu destino não é, nunca foi, seu.

Confiram:




Título Original: A Court Of Thorns and Roses

Páginas: 367

Autor: Sara J. Maas

Editora: Bloomsbury

Gênero: Fantasia, YA

Nota:







Heeeey !

É com muito animo que venho fazer essa resenha, descobri recentemente que adoro Fantasia Épica. Não vejo a hora de ler Guerra dos Tronos, e quais outro livros em que a fantasia esteja completamente em evidência. A Court Of Thorns and Roses é um lançamento lá fora, logo corri para ler, descobri que a Sarah J. Maas é a mesma autora de Trono de Vidro, lançado pela Galera Record. Então em breve terá resenha desse livro meus leitores lindos ^.^


Quando a caçadora de dezenove anos Feyre mata a um lobo em um bosque, uma criatura chega para exigir retribuição. Arrastada à uma terra mágica e traiçoeira que somente conhecia por lendas, Feyre descobre que seu captor não é um animal, senão Tamlin, uma das fadas letais e imortais que certa vez governaram o mundo.
A medida que se acostuma a nova terra, seus sentimentos por Tamlin se transformam de fria hostilidade para uma paixão ardente que queima através de todas as mentiras e alertam que lhe disseram sobre o bonito e perigoso mundo Fae. Mas uma antiga e malvada sombra sobre as terras das fadas está crescendo, e Feyre deve encontrar uma forma de detê-la… ou perder Tamlin, e a seu mundo, para sempre.

Outras Capas:



Título Original:  Vanishing Girls


Páginas: 357



Autor: Lauren Oliver


Editora: HarperCollins


Gênero: Suspense & Mistério


Nota: 






Heey !

Não tinha uma boa relação com a Lauren Oliver, apesar de que o único livro que eu tinha lido dela era o primeiro da Trilogia Delírio (que eu quero voltar a ler rápido). Procurando alguns livros para ler que não fossem distopias, acabei por encontrar Vanishing Girls (que na tradução literal é algo como Garotas Desaparecidas) e amei. Confiram:
Dara e Nick costumavam ser inseparáveis, mas isto foi antes do acidente que deixou o belo rosto de Dara com cicatrizes e as duas irmãs distantes uma da outra. Quando Dara desaparece no dia de seu próprio aniversário, Nick pensa que Dara estava apenas de brincadeira. Contudo, Madeline Snow, uma jovem de nove anos, também está desaparecida, e Nick fica cada vez mais suspeita que os dois desaparecimentos estão ligados. Agora Nick precisa encontrar sua irmã antes que seja tarde demais…

Outras Capas:

Título Original:  Red Queen


Páginas: 400



Autor: Victoria Aveyard


Editora: Harper Teen





Nota:  





Heey !

Há um tempo queria ler esse livro, decidi então comprar o ebook. A editora Seguinte vai lançar esse livro aqui no Brasil, mas enquanto ele não sai eu li assim mesmo. Se você ama distopia, se segure vai amar essa.


O mundo de Mare Barrow é dividido por sangue—tanto por vermelho quanto prateado. Mare e sua família são os Vermelhos, destinados a servir a elite Prateada que com suas habilidades sobrenaturais tornam-os algo próximo a deuses. Mare faz o que pode para ajudar sua família a sobreviver, mas quando seu melhor amigo é recrutado para o exército, ela fará tudo para conseguir sua libertade… Abalando sua lealdade para o reino e frente ao rei e seus nobres, elas descobre habilidades superhumanas que ela não sabia possuir.
Exceto… que seu sangue é Vermelho.
Para esconder essa impossibilidade, o rei a força a fingir ser uma perdida princesa Prateada e a une com um de seus próprios filhos. Enquanto Mare é sugada para o Mundo Prateado, ela arrisca sua nova posição para ajudar a Guarda Escarlate — lideres de uma rebelião Vermelha. Suas ações a colocam em uma mortal e violenta dança, colocando príncipe contra príncipe e Mare contra seu próprio coração. (Tradução do Site: Livros & Citações)

 Confiram: