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Título Original: Confess
Editora: Galera Record
Página: 320
Gênero: YA, Romance
Nota:




Heeey 

Para os que acompanham o blog ou o meu instagram sabem que sou completamente maluca pela Colleen Hoover, quando Confesse saiu eu mal podia esperar para ler e ver a série de TV (que infelizmente não tem legendada). Com o livro em mãos li em um dia e só conseguia ficar com traumas depois de terminar, então confiram:

Auburn Reed perdeu tudo que era importante para ela. Na luta para reconstruir a vida destruída, ela se mantém focada em seus objetivos e não pode cometer nenhum erro. Mas ao entrar num estúdio de arte em Dallas à procura de emprego, Auburn não esperava encontrar o enigmático Owen Gentry, que lhe desperta uma intensa atração. Pela primeira vez, Auburn se vê correndo riscos e deixa o coração falar mais alto, até descobrir que Owen está encobrindo um enorme segredo. A importância do passado do artista ameaça acabar com tudo que Auburn mais ama, e a única maneira de reconstituir sua vida é mantendo Owen afastado.

Outras capas:

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Definitivamente meu livro preferido da CoHo continua sendo O Lado Feio do Amor (Ugly Love), para quem procura um romance dela um pouco mais "família" e "fofinho" definitivamente Confesse é o indicado. A pegada do livro não é uma que em atraí muito, aquele romance do tipo "fomos destinados um para o outro" abri uma exceção para minha autora preferida de romance. Quando peguei para ler foi apenas por curiosidade, vontade de ler algo dela depois de Ugly Love, Confesse é arrebatador em sua história, é profunda, fala sobre amor, perdão e escolhas e como sempre todos esses assuntos pesados são debatidos de forma bem leve no livro dela.

Auburn é a protagonista junto com Owen, eles se encontram após ela ver uma placa na galeria dele dizendo que estavam contratando. Eles tem aquele primeiro contato bem característico dos romances, ou seja, algo que jamais em hipótese alguma aconteceria na vida real. Dois desconhecidos que tem seu destino traçado por um emprego, Owen paga para que ela fique na recepção da sua venda de quadros. Após uma noite intensa, eles não querem se despedir e então o romance começa.

" Ás vezes, a luz do apartamento dele no primeiro andar está acesa, e fico com vontade de tacar fogo naquele lugar. Não é verdade. Peguei um pouco pesado. Eu não tacaria fogo na sua bela arte. Só nele"

O livro tem muitas falas engraçadas e é o que eu mais amo na CoHo, ela sabe deixar uma situação pesada bem leve mas sem tirar o significado da situação. O fato das inicias de Owen ficarem OMG (Owen Mason Gently) foi um dos motivos pelo qual mais dei risada, me pegava imaginando milhares de situações em que aquela frase poderia ser dita na presença do Owen. Auburn é muito irônica e isso também deixa muito mais engraçado. O que me surpreendeu foi o fato de eles serem bem novinhos, ambos com 21/22 anos e torna aquele romance bem gostosinho de ler.

Owen conhecia Auburn antes de ela aparecer na sua porta, o livro gira em torno de alguns mistérios sobre ambos que ficamos até as últimas páginas para entender o porquê de tudo aquilo. O livro não se inicia com ambos, começa com Auburn se despedindo do seu namorado Adam, eles tem só 15 anos, mas ele está morrendo e esse é um dos primeiros traumas que acontecem com ela. Com 21 ela não sabe nem o que fazer da vida, fez uma faculdade rápida de cosmetologia, trabalha em um salão e perdeu o controle da própria vida.

" - Ás vezes, a gente não tem uma segunda chance, Owen. Ás vezes, as coisas simplesmente acabam"

Identificar-se com Auburn nessa fase perdida da vida dela não e difícil, ela sente que perdeu tudo e a si mesma e diante disso não pode continuar, Owen tem muitos traumas do passado e se sente igualmente sozinho. Juntos eles vão construindo uma relação com altos e baixos e ao longo disso o leitor conhece melhor a personalidade e as coisas que o tornam mais parecidos um com o outro.

Não é um dos livros que mais amei, mas é uma leitura muito rápida, leve e apaixonante. Cada página se torna impossível não querer fazer parte da vida do Owen e da Auburn. A narrativa é na primeira pessoa e os capítulos alternam entre Owen e Auburn, conhecemos os dois e percebemos como seus pensamentos são complementares mostrando que existem mais coisas incomum entre eles do que ambos imaginam.

"A caminhada do trabalho até minha casa é longa, e longas caminhadas me fazem pensar na vida, e minha vida me faz chorar."


Eu amei, mesmo não sendo um dos meus favoritos é um dos queridinhos do segundo semestre, mal posso esperar para a Galera Record lançar a capa brasileira de It Ends With Us o próximo romance da Colleen Hoover que será lançado ainda esse semestre 





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Título Original: A Court Of Mist and Fury
Editora: Galera Record
Página: 658
Gênero: Fantasia
Nota:  





Heeey 

Sou uma fã assumida da Sarah J. Maas desde que li Corte de Espinhos e Rosas ainda em inglês (clique aqui para ler o review) e enrolei mais de seis meses por causa da faculdade para dar início a leitura arrebatadora do segundo livro, inclusive o terceiro livro já tem até título e se chamará A Court Of Wings and Ruin, whatever já sei que posso esperar grandes coisas desse terceiro livro já que Corte de Névoa e Fúria é arrebatador! Confira:


O aguardado segundo volume da saga iniciada em Corte de espinhos e rosas, da mesma autora da série Trono de vidro Nessa continuação, a jovem humana que morreu nas garras de Amarantha, Feyre, assume seu lugar como Quebradora da Maldição e dona dos poderes de sete Grão-Feéricos. Seu coração, no entanto, permanece humano. Incapaz de esquecer o que sofreu para libertar o povo de Tamlin e o pacto firmado com Rhys, senhor da Corte Noturna. Mas, mesmo assim, ela se esforça para reconstruir o lar que criou na Corte Primaveril. Então por que é ao lado de Rhys que se sente mais plena? Peça-chave num jogo que desconhece, Feyre deve aprender rapidamente do que é capaz. Pois um antigo mal, muito pior que Amarantha, se agita no horizonte e ameaça o mundo de humanos e feéricos.

Outras capas:

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ATENÇÃO: ESSA RESENHA PODE CONTER 
SPOILERS DE CORTE DE ESPINHOS E ROSAS.

Sarah J. Maas sempre me deixa sem palavras durante seus livros, se não fosse por ela eu jamais me descobria como escritora de fantasia e a cada livro que leio penso que não poderia ficar melhor. Confesso que a leitura de Corte de Névoa e Fúria foi difícil, levei quase três meses pelo simples fato de achar que haviam páginas demais, postava sempre no stories do instagram (@miiihcardoso_) dizendo que a leitura era maçante, que o número de páginas era demais e sempre me diziam para continuar que quando acabasse eu desejaria ter mais páginas. E foi exatamente isso que aconteceu.

Como se não bastasse o final arrebatador de Corte de Espinhos e Rosas ainda temos um soco ao final de sua continuação! Feyre não e mais a mesma humana frágil que conhecemos, ela se tornou uma deles, agora ela está a altura de Tamilin e Lucien, pode lutar de igual para igual. Ela tem que se acostumar com o corpo que recebeu quando voltou dos mortos, embora não existam grãs-senhoras, Feyre tem todas as características de uma e é isso que mais encanta. Ela já era minha personagem favorita e nesse livro ela se tornou tudo que jamais imaginei, mas isso foi um jeito bom. Feyre está mais incrível do que nunca, ela assume então seu lugar oficial de Quebradora de Maldição.

Ao ser salva Sob a Montanha ela então descobre que seus novos poderes são maiores do que pode imaginar e controlar, recorre a Tamilin para que a ajude mas tudo o que recebe é que ela "Não precisa lutar" ou então "Que ela não vai lutar". Tamilin se torna um verdadeiro machista egocêntrico, um lado sombrio e maluco aparece fazendo todo aquele cara incrível do livro anterior desaparecer. A gota d'água para Feyre é quando ele a tranca na corte, como salvador dela Rhysand aparece com seus leais membros (e amigos) da Corte Noturna. Feyre então vê que fugir com ele é a melhor solução para salvar a todos.


“- Às pessoas que olham para as estrelas e desejam, Rhys.
- Às estrelas que ouvem e aos sonhos que são atendidos.”
Acontece que mesmo soltado todo seu Girl Power durante o livro no inicio ela se vê frágil e perdida pelas novas responsabilidades que tem, quebrar suas antigas crenças e abrir os olhos é uma função que Rhys vai fazer muito bem, ele quer mostrar a ela que a vida é bem mais do que Tamilin mostrou e tem a oferecer. Se Rhys já era amável no primeiro livro nesse ele é ainda mais incrível, não houve um só momento em que não suspirei lendo seus diálogos maliciosos e impactantes. Ele é o cara que faz Feyre ver que ela não é a donzela em perigo, ela é a salvação e uma guerreira, impossível não se apaixonar pela relação dos dois 

Dessa vez não só os feéricos estão em perigo, mas os humanos também. Com isso a trama se torna ainda mais intensa, por tanto a Sarah nos introduz a vários personagens secundários novos com histórias incompletas e curiosas, muitos deles são personagens que trazem muitas partes quebradas de si e segredos que gostamos de ler. Fiquei encantada com o círculo íntimo do Rhys: Amren, Morrigan, Cassian e Azriel. Em alguns momentos dei boas risadas com eles e chorei também, além de serem personagens complexos, assim como o próprio Rhysand, são adoráveis.

“- Então sou sua caçadora e ladra?As mãos de Rhys deslizaram para baixo a fim de apalpar a parte de trás de meus joelhos quando ele falou com um sorriso malicioso:- Você é minha salvação, Feyre.”
Sem dúvida uma das partes mais emocionantes do livro, tirando as lutas e cenas de perigo, é quando entendemos onde Feyre e Rhys se encaixam no passado e entendemos porque eles tem aquela ligação com faíscas e toda aquela tensão. A relação deles é mostrada ao longo do livro em cada uma das missões para salvarem a todos, conhecemos também outras Corte e literalmente viajamos com cada um dos lugares que eles vão. É um livro arrebatador e nem a melhor e mais detalha resenha do mundo seria capaz de descrever, é impossível fazer uma resenha que obtenha todo o conteúdo desse livro.

O final me tirou o coração! Eu só queria a continuação e queria dizer que não podia acabar assim, foi arrebatador assim como todo o livro. Um erro que cometi foi ficar lendo teorias porque torna você completamente maluco! Eu amo ToG (Throne Of Glass) mas ACOTAR é INCRÍVEL DEMAIS E NÃO SEI LIDAR! Eu só quero ler mais, ao mesmo tempo que desejo que as duas sagas da Sarah acabem para saber logo o final não quero que acabe! Leiam essa saga maravilhosa e simplesmente se apaixonem 

“Aquele era meu lar. Aquele era meu povo.
Se eu morresse defendendo-os, defendendo aquele pequeno lugar no mundo onde a arte florescia...
Então, que assim fosse.
E me tornei escuridão, e sombra, e vento.”

A resenha poderia ter mil páginas e ainda assim só lendo para sentir esse livro 


Próximo Livro: A Court of Wings and Ruin

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Título Original: Lady Midnight
Editora: Galera Record
Página: 574
Gênero: Fantasia
Nota:




Heeey 

Finalmente tive o prazer de iniciar a série Os Artifícios das Trevas, afinal é de conhecimento de quem acompanha blog que, embora tenha lido todos, não sou muito fã de Os Instrumentos Mortais por conta da Clary, mas que sou incrivelmente apaixonada por As Peças Infernais e queria ler logo Dama da Meia Noite para ter a certeza de que seria tão bom quando ele. Felizmente não me arrependi com esse livro incrível!


Em um mundo secreto onde guerreiros meio-anjo juraram lutar contra demônios, parabatai é uma palavra sagrada.
O parabatai é o seu parceiro na batalha. O parabatai é seu melhor amigo. Parabatai pode ser tudo para o outro mas eles nunca podem se apaixonar.
Emma Carstairs é uma Caçadora de Sombras, uma em uma longa linhagem de Caçadores de Sombras encarregados de protegerem o mundo de demônios. Com seu parabatai Julian Blackthorn, ela patrulha as ruas de uma Los Angeles escondida onde os vampiros fazem festa na Sunset Strip, e fadas estão à beira de uma guerra aberta com os Caçadores de Sombras. Quando corpos de seres humanos e fadas começam a aparecer mortos da mesma forma que os pais de Emma foram assassinados anos atrás, uma aliança é formada. Esta é a chance de Emma de vingança e a possibilidade de Julian ter de volta seu meio-irmão fada, Mark, que foi sequestrado há cinco anos. Tudo que Emma, Mark e Julian tem a fazer é resolver os assassinatos dentro de duas semanas antes que o assassino coloque eles na mira.
Suas buscas levam Emma de cavernas no mar cheias de magia para uma loteria sombria onde a morte é dispensada. Enquanto ela vai descobrindo seu passado, ela começa a confrontar os segredos do presente: O que Julian vem escondendo dela todos esses anos? Por que a Lei Shadowhunter proíbe parabatais de se apaixonarem? Quem realmente matou seus pais e ela pode suportar saber a verdade?
A magia e aventura das Crônicas dos Caçadores de Sombras tem capturado a imaginação de milhões de leitores em todo o mundo. Apaixone-se com Emma e seus amigos neste emocionante e de cortar o coração no volume que pretende deliciar tantos novos leitores como os fãs de longa data.

Outras Capas: 

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Essa resenha pode conter spoilers do 
final de Cidade do Fogo Celestial

Esse foi um livro um tanto difícil e ler, eu estava tão animada por ler novamente algo da Cassandra Clare que praticamente engoli as 500 páginas ao decorrer de uma semana. Embora o livro tenha toda aquela estrutura típica composta por amor impossível + perigo eminente e desconhecido + personagens secundários incríveis + uma descoberta + um final de tirar fôlego = tudo isso é igual a qualquer livro de shadowhutners da Cassandra. Mas, Dama da Meia Noite me fez lembrar o motivo pelo qual sou apaixonada pelas histórias dela, porque são tão vidrada no mundo dos shadowhutners e principalmente o porque é impossível não amar suas histórias.

Como protagonista temos a Emma Carstairs e ela faz o meu estilo favorita de mocinha, independente, forte, fala o que quer e quando quer, nunca se importa com o que vão dizer dela e tem um ponto fraco que faz com que a amemos ainda mais. Ela segue o estilo da Tessa Grey (As Peças Infernais) e talvez por isso eu goste tanto dela já que a Clary Fray (Os Instrumentos Mortais) não faz meu estilo e é uma das mocinhas mais detestáveis da fantasia ao meu ver. Aliás ela ainda faz parte da minha segunda família favorita os Carstairs como o Jem.


"Ele colocou a mão sobre a Marca. E soube. Soube sem saber como, no fundo da alma, onde a ligação com Emma tinha sido firmada em sangue e fogo. Sabia porque sabia que ela era parte dele, que a respiração dela era a dele, e os sonhos dela eram os seus, e o sangue dela era o seu, e, quando o coração dela parasse, ele sabia que o dele também pararia, e ficaria feliz, porque não quereria viver um segundo em um mundo que não a incluísse."
Julian Blackthorn poderia ser um segundo personagem principal, ele é o parabatai da Emma pelo qual morri de amores durante a leitura. Ambos moram no instituto de Los Angeles, após perder os pais Emma passa a morar com Julian e os seus irmãos: os gêmeos Tiberius e Olivia de 15 anos, Drusila de 12 e Octavios de 7, ainda temos os irmãos mais velhos Mark e Helen que foram tirados deles. Jules, como Emma o chama, tem uma grande responsabilidade sobre si desde que Mark fora levado para a Caçada Selvagem com as fadas e Helen foi exilada pela Clave.

A relação de amor de Emma e Julian por incrível que pareça é uma luta secundária e individual até quase a metade do livro, a luta principal é quando Emma, ao não se conformar com a morte dos seus pais, começa a voltar a investigar os assassinatos que acontecem na cidade deixam corpos iguais aos de seus pais. Mais para o final do livro o amor de homem e mulher dos dois passa a ser de conhecimento de ambos, assim como Will e Jem (As Peças Infernais) Emma e Jules tem aquela dor e todo o peso da palavra parabatai e não existe nada que eles levem mais a sério. O amor deles literalmente causa dor ambos.


"— Ninguém é perfeito, Emma.
— Mas alguma pessoas são perfeitas umas para as outras. Não acha que isso tem que ser verdade? Um olhar estranho atravessou o rosto de Cristina e desapareceu tão depressa que Emma teve certeza de que o tinha imaginado. Às vezes, Emma se lembrava de que, por mais próxima que se sentisse de Cristina, ela não a conhecia; não a conhecia como conhecia Jules, do jeito que se conhece alguém com quem você compartilhou todos os momentos desde a infância."

As personagens secundárias como Cristina Rosales que veio do seu instituto com vários segredos dos quais ninguém entende o porque, sem falar nos Blackthorn no geral que são incríveis e adorei conhecer eles mais um pouco. O foco central se baseia completamente na Guerra Maligna (que aconteceu durante Os Instrumentos Mortais) e por causa dela fadas e caçadores de sombras não podem mais se relacionar e não tem mais um lugar na Clave. Como sempre os vilões estão subentendidos no livro, nunca é quem pensamentos. Além da história principal temos algumas paralelas que são igualmente incríveis. 

A Cassandra evoluiu como escritora, é impossível não se apaixonar por mais essa história dela. Durante toda a leitura meu coração quase parava, o final me deixou totalmente com raiva porque não achei que a escolha que Emma tomou (sozinha a propósito) vai ser de grande utilidade, afinal é óbvio que ela e Jules se amam e não existe espaço para qualquer outro na vida dos dois, mal posso esperar para ler a continuação.


"[...] Era uma das coisas sobre parabatai que transformavam isso na magia que ela tanto desejou: de certa forma, significava que a pessoa nunca estaria sozinha. Acordada e dormindo, na batalha e fora dela, sempre teria alguém ao seu lado, ligada a sua vida, suas esperanças e felicidade. um apoio quase perfeito. [...]"

Dama da Meia Noite tem de tudo, ação, romance, intriga, surpresas e... Mark Blackthorn! Ele sem dúvida é um dos meus personagens favoritos da vida inteira, eu me apaixonei no momento em que ele apareceu no livro e até o último momento. É um livro completo, as 500 páginas (as vezes parecem demais, admito) são necessárias e espero do fundo do meu coração que continue sendo apenas uma trilogia. É um livro I-N-C-R-Í-V-E-L! Cassandra Clare eu escolhi te amar!

O livro reascende o amor pelos caçadores de sombras, tem personagens incríveis, cenas de tirar o fôlego, muita luta, segredos, o aparecimentos de um novo Herondale, Tessa e Jem, Clary e Jace, tem de tudo é um dos livros mais completos sobre eles! Leia e se apaixone JEMMA MEU AMOR DA MINHA VIDA 



Próximo Livro:  
Lorde das Sombras (Tradução Livre)

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A Galera Record informou que o
livro sai no segundo semestre de 2017.


Se você leu a resenha e ficou um pouco perdido na série entenda aqui quais são as sagas (publicadas até agora) sobre os caçadores: 

Os Instrumentos Mortais: 

Cidade dos Ossos
Cidade das Cinzas
Cidade de Vidro
Cidade dos Anjos Caídos
Cidade das Almas Perdidas
Cidade do Fogo Celestial

As Peças Infernais:

Anjo Mecânico
Príncipe Mecânico
Princesa Mecânica


Os Artifícios das Trevas:

Dama da Meia Noite
Lorde das Sombras (tradução livre, 2017)
Rainha do Ar e da Escuridão (tradução livre, 2018)

Livros Extras:

O Códex dos Caçadores de Sombras
As Crônicas do Bane
Conto da Academia de Caçadores de Sombras

Entendidos?




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Título Original: November, 9
Editora: Galera Record
Página: 352
Gênero: Romance e YA
Nota:





Heeey 

Colleen Hoover é meu amor é todos já sabem disso, após ler Talvez Um Dia (resenha aqui) achei que não me apaixonaria mais por suas histórias, mas estava enganada e tenho certeza de que elas vão me surpreender em cada vez que uma nova aventura escrita por ela surgir. Em Novembro,9 nos encantamos e encontramos uma personagem bem mais forte do que a SydneyRidge são (Talvez Um Dia)  mas não um casal tão apaixonante quando Miles e Tate (O Lado Feio do Amor - Ugly Love). Conheçam a história apaixonante da Fallon e do Ben:


Autora número 1 da lista do New York Times retorna com uma história de amor inesquecível entre um aspirante a escritor e sua musa improvável.Fallon conhece Ben, um aspirante a escritor, bem no dia da sua mudança de Los Angeles para Nova York. A química instantânea entre os dois faz com que passem o dia inteiro juntos – a vida atribulada de Fallon se torna uma grande inspiração para o romance que Ben pretende escrever. A mudança de Fallon é inevitável, mas eles prometem se encontrar todo ano, sempre no mesmo dia. Até que Fallon começa a suspeitar que o conto de fadas do qual faz parte pode ser uma fabricação de Ben em nome do enredo perfeito. Será que o relacionamento de Ben com Fallon, e o livro que nasce dele, pode ser considerado uma história de amor mesmo se terminar em corações partidos?

Outras capas:

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Começar um livro novo da Colleen Hoover sempre causa certo frio na barriga, não importa se você é como eu que não lê as sinopses antes de começar ou se você lê. Os romances dela simplesmente despertam algo em seus leitores que não se pode negar, confesso que foi uma angústia a cada maldita página que eu lia. A história da Fallon e Ben sem dúvida me fez roer as unhas e ansiar para terminar ela o mais rápido que eu conseguisse. Não é um romance fácil, não é um dos mais simples e de longe uma doce agonia enquanto continua lendo.

Fallon está se mudança para Nova York e decide se encontrar com o pai antes de ir, acaba então encontrando com Ben que é um escritor amador que literalmente "caí de paraquedas" fingindo ser seu namorado. Depois disso eles passam a ter uma ligação, todavia Fallon vai mesmo embora e eles combinam de se encontrar todo 9 de novembro até eles terem 23 anos. Aparentemente quando começamos percebemos que o Ben aparece muito rápido na vida da Fallon e pode parecer até exagerado demais mas, CoHo tem um jeito inegável de mostrar como os 9 de Novembro estavam interligados.

“Este não é um dos seus contos de fada, Fallon. É a vida real, e no mundo real você tem de dar duro para ter o felizes para sempre!” 
Nesse livro são tratados temas como mentira, ver os dois lados de uma mesma história, entender como perdão é difícil e que mesmo assim ele precisa ser dado a quem se deve, inclusive aceitação é um dos temas destrinchados e quase centrais. Fallon só quer passar despercebida por causa das marcas de queimadura que cobrem metade do rosto e do seu corpo, mas quando Ben aparece na sua vida e eles decidem se encontrar pela primeira vez em dois anos, Fallon se sente bonita novamente.

Como em outros livros dela os capítulos são divididos entre as personagens principais, Ben e Fallon narram os acontecimentos. Ao invés de ficar enrolando, CoHo vai direto para os 9 de Novembro e conta, de maneira bem divertida e rápida, o que aconteceu nos anos em que eles passaram separados um do outro. Dentro das divisões dos novembros, tem os subcapítulos e é exatamente aí que se divide as narrações. Isso deixou a narrativa leve, pessoal, fácil de entender e agonizante, mas de um jeito bom.

"Levei quatro anos para me apaixonar por ele.
Levei só quatro páginas para me desapaixonar."

Para quem já leu outros livros da autora sabe que seus New Adults nem sempre são o que parece, embora tenha se tornado um dos meus favoritos não é o melhor livro da CoHo, não se comparada a Talvez Um Dia ou O Lado Feio do Amor, mas é impossível não se apaixonar por cada palavra escrita por ela nesse livro. Cada situação que acontece deixa o leitor de cabelo em pé, você suspira, chora, torce, tudo isso em algumas páginas.

Com a ligação instantânea do casal faz com que Ben queria escrever um livro sobre a história dos dois, é engraçado porque inicialmente não entendemos o motivo pelo qual Ben quer tanto e quando finalmente entendemos o leitor entende toda a história de uma única vez. É impossível não se apaixonar e compadecer da história, durante todo momento eu só queria devorar a história e me apaixonar cada vez mais por ela.


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Título Original: Maybe Someday
Editora: Galera Record
Página: 368
Gênero: Romance e YA
Nota:




Heeeey 

Que eu estou perdidamente apaixonada pela Colleen Hoover já ficou claro, comprei de natal Talvez Um Dia e Novembro 9 e assim que chegou deixei outros livros de lado para que eu pudesse ler. Os clichês feitos pela Colleen são surreais e ao ter contato com um livro que estourou lá fora tive o prazer de não me decepcionar com ela. Confiram:

 Sydney acabou de completar 22 anos e já fez algo inédito em sua vida: socou a cara da ex- melhor amiga. Até hoje, ela não podia reclamar da vida. Um namorado atencioso, uma melhor amiga com quem dividia o apartamento... Tudo bem, até Sydney descobrir que as duas pessoas em quem mais confiava se pegavam quando ela não estava por perto. Até que foi um soco merecido. Sydney encontra abrigo na casa de Ridge. Um músico cujo talento ela vinha admirando há um tempo. Juntos, os dois descobrem um entrosamento fora do comum para compor e uma atração que só cresce com o tempo. O problema é que Ridge tem uma namorada, e a última coisa que Sydney precisa agora é se transformar numa traidora.

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Comecei esse livro cheia de expectativas, afinal ele foi um dos mais vendidos na gringa e eu tinha acabado de terminar O Lado Feio do Amor (Ugly Love), quando comecei a ler minhas expectativas estavam superando a leitura anterior e que eu queria ler muito. Mais uma vez Colleen Hoover me fez entender porque eu a amo tanto, não tem como não ler Talvez Um Dia e não ouvir a playlist feita especialmente para o livro, cada música é como se sentissemos exatamente o que as personagens estavam sentindo, além do mais o Griffin Peterson (que trabalhou junto com a CoHo nas músicas) tem uma voz incrível e gostosa de ouvir. Mais uma vez me peguei apaixonada por um romance escrito por ela 

Sydney tem o pior aniversário que poderia ter quando descobre que seu namorado, Hunter do qual ficou dois anos, a estava traindo com sua melhor amiga Tori. Acontece que há duas semanas ela vinha vendo seu vizinho tocando violão na sacada e havia se apaixonado pela música dele, ele percebe que Sydney canta e cria musicas com suas melodias, após uma troca de mensagens ela envia uma música escrita para ele e então eles tem uma conexão.
Ao socar a melhor amiga e o ex-namorado ela não tem para onde ir, Ridge, o vizinho, a deixa morar no apartamento dele com Bridgette e Warren, seu melhor amigo. Sua única escolha é aceitar porque voltar para a casa dos pais não é uma opção na qual recorra, então aceitar é sua opção.

" Ele não conseguiu protegê-la da difícil verdade que ninguém escolhe por quem se apaixona. As pessoas só decidem por quem podem continuar apaixonadas."

Embora muitas pessoas achem o Ridge um grande idiota, não o vejo assim. Esse romance da CoHo é diferentes dos outros porque não beira ao clichê, não é apenas sobre amor, é sobre lealdade e principalmente moral. Ele pode ser considerado o verdadeiro protagonista da história, todo o pano de fundo de Talvez Um Dia é baseado na vida de Ridge. Ao começarem a compor juntos Sydney e Ridge vão se apaixonando um pelo outro, mas o fato é que Ridge tem uma namorada chamada Maggie  e ao contrário dos clichês em que a namorada do cara é sempre uma megera, Maggie é a melhor namorada do mundo e é quase impossível não se apaixonar por ela.

Algo que envolve Maggie e Ridge me surpreendeu, claro que não temos aquele lado mais profundo dos livros da CoHo que vemos em Um Caso Perdido ou Métrica, inclusive se você está querendo se iniciar nos casos da Hoover não indico que comece por esse livro. Talvez Um Dia trata não só de amor e por isso quem procura um romance recomendo outros dela. Talvez as pessoas tenham achado a história superficial por terem visto pelo angulo errado, a história é basicamente sobre o Ridge e não sobre a traição envolvendo a Sydney, porque a história dela é apenas isso.

"Meu Deus, odeio sentimentos. E a minha consciência. Os dois estão travando uma guerra sem fim, e não sei ao certo qual prefiro desligar"

A história é narrada em primeira pessoa e os capítulos alternam entre Ridge e Sydney, logo vemos o desenrolar dos dos lados. É uma história incrível e com o mesmo toque de sensibilidade que só a CoHo sabe ter, ainda existe um fator surpresa em relação ao Ridge que me fez amar ainda mais ela, nunca tinha lido uma história que trazia tal deficiência e como representatividade importa sim, adorei que ela fez isso. O modo como ela inova no clichê mas ao mesmo tempo segue determinado ritimo na história é o que me apaixona em cada um dos seus livos.

Como sempre mais um livro dela me conquistou. A trilha sonora, o amor, o caso, as faltas de possibilidades. Leiam e se apaixonem 

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Título Original: Ugly Love

Editora: Galera Record

Página: 336

Gênero: Romance & Jovem Adulto

Nota: 





Heeey !

Eu sou uma fã assumida da Colleen Hoover, queria que seus livros fossem um pouquinho mais baratos (realizem meu sonho) porque minha coleção dela ainda é restrita. Depois de meses babando no em O Lado Feio do Amor, já o queria assim que lançaram nos EUA, então finalmente me dei ele de natal e o livro é incrível, Miles e Tate me conquistaram do início ao fim. Confiram:

Quando Tate Collins se muda para o apartamento de seu irmão, Corbin, a fim de se dedicar ao mestrado em enfermagem, não imaginava conhecer o lado feio do amor. Um relacionamento onde companheirismo e cumplicidade não são prioridades. E o sexo parece ser o único objetivo. Mas Miles Archer, piloto de avião, vizinho e melhor amigo de Corbin, sabe ser persuasivo... apesar da armadura emocional que usa para esconder um passado de dor.O que Miles e Tate sentem não é amor à primeira vista, mas uma atração incontrolável. Em pouco tempo não conseguem mais resistir e se entregam ao desejo. O rapaz impõe duas regras: sem perguntas sobre o passado e sem esperanças para o futuro. Será um relacionamento casual. Eles têm a sintonia perfeita. Tate prometeu não se apaixonar. Mas vai descobrir que nenhuma regra é capaz de controlar o amor e o desejo.

Outras capas:

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Toda resenha que faço da Colleen Hoover me coloca em um ponto complicado porque geralmente gosto demais dos livros dela e falar de livros que gosto demais me fazem ter aquele famoso ataque de fangirl que não sabe mesmo se controlar. Não sou muito fã de romances, mas a Hoover é a minha exceção porque ela escreve os clichês que tanto amo de um jeito não convencional que apaixona qualquer um. Em O Lado Feio do Amor vemos aquele lado adulto mais intenso dos livros dela mas o romance tão fluído e gostoso de ler que é impossível não se apaixonar pela história da Tate e do Miles. Por conta do sexo sempre acham que os livros da Colleen são eróticos mas não são, eles pertencem a classe New Adult por que há um conteúdo incrível além do sexo.

 Tate Collins se muda para o apartamento do seu irmão Corbin para terminar o mestrado em enfermagem, ela é uma garota decidida e que não liga muito para o que os outros tem a dizer, mas parece que o seu autocontrole simplesmente foge quando ela conhece o vizinho de porta do seu irmão. Miles Asher é um cara persuasivo, incrivelmente bonito, piloto e com um passado do qual se recusa a falar de todo jeito. O primeiro encontro deles é um desastre porque Tate mal chegou no apartamento e encontra Miles caído bêbado a sua porta.

" O amor nem sempre é bonito, Tate. Ás vezes você passa o tempo inteiro desejando que um dia ele mude. Que melhore. E aí, antes que perceba, você já voltou para a estaca zero e perdeu os eu coração em algum lugar no meio do caminho".

Eles sentem pelo outro nada além de tensão sexual,então após um beijo eles decidem que vão apenas transar e nada mais. Miles deixa bem claro que Tate nunca deve fazer perguntas sobre seu passado, muito menos esperar um futuro disso e claro jamais se apaixonar por ele. Tate por outro lado sabe o quão absurdo isso é, mas não consegue negar aquilo porque ela se sente incrivelmente atraída por ele. Isso faz eles viverem um "relacionamento" conturbado e movidos pelo desejo. Esse é o impulso perfeito para ficarmos viciados na história dos dois. Vale lembrar que Miles não beijava ou transava há seis anos, logo Tate era sua primeira em anos.

Esse livro tinha tudo para cair naqueles clichês mocinha-e-mocinho-transam-mas-não-podem-se-apaixonar, mas estou falando da Colleen! O passado trágico do Miles e a Tate toda caída por ele desde o primeiro momento em que o viu passam longe do clichê conforme vamos lendo a história. O Lado Feio do Amor não é sobre a Tate em si e sim sobre o Miles, ele me fez querer chorar com ele, morrer com ele, estar ali e abraçar ele até que parasse de chorar. É uma história sobre perdas, perdão, recuperação, aprender a amar e deixar que a vida siga seu rumo. São esses fatos que tornam o livro incrivelmente apaixonante.

"- Me obrigue a ir embora - implora, com o calor da voz na minha garganta - Você não precisa disso - ele sobe pelo meu pescoço com beijos, parando para respirar apenas enquanto fala - Eu simplesmente não sei como parar de querer você. Me mande embora que eu vou."

Narrado na primeira pessoa os capítulos alternam entre o presente e seis anos antes, Tate narra presente contando como tem sido sua vida ao dividir o apartamento com o irmão enquanto Miles narra o passado contando como sua vida chegou aquele ponto e porque ele tem tanto medo do amor, de nutrir sentimentos com alguém. A dinâmica narrativa é incrível porque vemos um Miles totalmente diferente nos capítulos alternados, seis anos antes ele é uma pessoa e no presente torna-se alguém incapaz de falar sobre aquele garoto sorridente que já foi um dia.

As personagens são de longe cativantes! Corbin aparece pouco mas sempre que aparece eu me divertia com o jeito protetor de irmão dele, Rachel é indispensável para a trama toda e sem ela não teríamos história, afinal a ex-namorada do Miles é a chave para seu passado. Ian, melhor amigo do Miles, aparece pouco nas narrações do presente mas é igualmente cativante. Cap, o porteiro, é de longe um amor, um senhor que faz com que dessemos algumas risadas descontraídas durante cenas tensas.

"Agora está claro que eu, muito provavelmente, inventei esses seus sentimentos para que se igualasse aos meus"

A verdade é que vemos O Lado Feio de Miles Asher nesse livro e nos apaixonamos por esse lado. Colleen mostra que superar traumas não é algo simples e que fazer isso sozinho não é o melhor caminho. A história é apaixonante do início ao fim. Enquanto sexo aparentemente basta para Miles vemos ele se entregar a Tate e lutar com todas as suas forças para que isso não aconteça. Mas, não se manda no amor, nem mesmo no seu lado feio.

Poderia passar o dia todo esbanjando meu amor em palavras pela Colleen Hoover, o fato de que ela transforma suas personagens em ago tão real e cativante faz com que seja impossível não amar seus livros. Miles e Tate são um casal que tinha tudo para dar errado, mas não por conta do sexo casual e sim pelo fato de que Miles era incapaz de perdoar a si mesmo, incapaz de lidar com a própria dor do passado, os fantasmas do passado ainda o assombravam.

Sei que sou de fato incapaz de superar essa história !









Título Original: Queen of Shadows
Autor(a): Sarah J. Maas
Editora: Galera Record
Páginas: 644
Gênero: Ficção, Fantasia.
Nota: 






Heeey !

Eu quase não queria estudar para as provas finais do semestre para terminar de ler, Rowan e Aelin (SHIPPO HORRORES ) fazem uma dupla tão gostosa de ler que não conseguia parar de ler. Mas, infelizmente ninguém ganha a vida lendo (pelo menos não no Brasil) e eu tive que estudar, as provas acabaram e eu voltei a ler e: BY THE WYRD, eu pensei que eu não favoritaria no Skoob outro livro de Trono de Vidro mas estava terrivelmente enganada.

Todos que Celaena Sardothien amou lhe foram tirados. Mas finalmente chegou a hora da retribuição. A vingança promete ser tão dura quanto o aço da Espada de Orynth — a espada de seu pai. Finalmente Celaena retornou ao império; por justiça, para resgatar seu reino e confrontar as sombras do passado.
A assassina está morta. Ela abraçou a identidade de Aelin Galathynius, rainha de Terrasen. Mas antes de reclamar o trono, precisa lutar. E ela vai lutar. Por seu primo, a Puta de Adarlan, o general do Norte... um guerreiro preparado para morrer por sua soberana; por seu amigo Dorian, um príncipe preso em uma inimaginável prisão; por seu povo, escravizado por um rei cruel e à espera do retorno triunfante de sua líder; por seu carranam e a libertação da magia.
Ao avançar em seu plano, no entanto, Aelin precisa tomar cuidado com velhos inimigos. E abrir o coração para novos e improváveis aliados. Tudo isso enquanto os valg continuam trabalhando nas sombras. E Manon Bico Negro, a Líder Alada das Treze, treina suas bestas voadoras. Mas é de Morath, a fortaleza montanhosa do Duque de Perrington, que uma ameaça como nenhuma outra promete destroçar seu grupo de rebeldes e sua corte recém-formada. 

Outras capas:


ATENÇÃO PODE CONTER SPOILER DE TRONO DE VIDRO, COROA DA MEIA-NOITE & HERDEIRA DO FOGO !


Trono de Vidro é definitivamente minha saga favorita, não via a hora de poder ter Rainha das Sombras nas minhas mãos. Primeiro devo dizer que as diagramações da Galera Record são incríveis, em Rainha das Sombras não foi diferente e graças a eles que um livro longo como esse não cansa a vista. A fonte é o tipo e o tamanho certo, os espaçamentos são na medida perfeita, assim como a capa e o mapa são feitos com muito carinho. Além de ser uma ótima saga é prazeroso ter um livro como esses na estante, a história é tão cheia de momentos críticos que 644 páginas passam voando.

Aelin deixou definitivamente de ser Celaena, assumiu a rainha feérica que e está decidida a lutar com todas as forças para derrotar seus inimigos. Agora, não está mais sozinha o príncipe feérico Rowan está do lado dela para qualquer fim. A relação deles, embora pareça muito sólida, pode desmoronar porque eles não falam muito do que verdadeiramente sentem um pelo outro. A leitura me deixou arrebatada, quase 700 páginas não foram o suficiente para satisfazer minha abstinência da Sarah J. Maas. O livro deixa um gostinho de quero mais impossível de negar.


"Ela era a herdeira do fogo.
Ela era fogo e luz e cinzas e brasa. Era Aelin Coração de Fogoe não se curvaria para nada nem ninguém, exceto a coroa que era dela por direito e por sobrevivência e por triunfo".

Ela descobre que seu primo, Aedion, está prestes a ser executado pelo rei de Adarlan e isso a faz buscar antigos aliados como seu mestre Arobynn. Novos e antigos amigos surgem para que Aelin comece a colocar as coisas nos eixos novamente, com Dorian escravizado por um príncipe Vlag tudo parece estar definitivamente perdido. Aelin não tem mais o poder do fogo, a rainha feérica, herdeira de Terrassen, está presa em Adarlan novamente como nada além da assassina que sempre foi. Mas em meio ao primeiro problema que aparece assim que Aelin chega, o Rei dos Assassinos parece ter a solução, Arobynn tem o que precisa para tirar Aedion das garras do rei e Aelin se vê obrigada a assinar um acordo com o diabo, literalmente.

"[...] Aedion sorriu para sua rainha conforme o mundo inteiro virou um inferno"

Em Rainha das Sombras temos o passado de Aelin batendo a porta de uma maneira muito diferente como foi em A Lâmina da Assassina (o spin-off que se passa algum tempo antes do primeiro livro), vemos pessoas do seu passado aparecendo e sendo importantes para a desenvoltura do livro. O passado dela é a chave para se entender o quem a rainha das sombras será no futuro, importante também para que Aelin perdoe tudo o que passou e siga em frente. Chaol aparece como um rebelde ao lado da Nesryn Faliq e juntos eles vão começar a planejar para tirar Aedion da morte e consequentemente vão estar em todos os outros planos.

O mais amor desse livro sem dúvida são as personagens, Aedion é MEU AMOR,ele me deixava sem ar cada vez que tinha uma cena com qualquer um que seja, a beleza inegável e o jeito divertido e irônico do primo da rainha me fez babar por ele milhares de vezes, principalmente quando ele e Rowan "brigavam" era realmente para morrer de amores,o general me arrancou suspiros e me fez amá-lo ainda mais.  Lysandra me fez querer ser amiga dela também, ela e Aelin tinham um passado no qual eram inimigas mas agora, sendo duas mulheres, elas veem uma na outra a oportunidade de serem amigas e confidentes. Sarah, queria beijá-la pela relação que criou entre as duas.

" - Alguém já ensinou humildade a você?-Você não aprendeu, porque eu deveria?"

Chaol quebrou meu coração durante o livro, eu o defendo com unhas e dentes porque desde o momento em que coloquei meus olhos nele eu soube que o amaria mas MEU QUERIDO QUASE NÃO CONSEGUI DEFENDER VOCÊ NESSE LIVRO! Ele quebrava meu coração todas as vezes com as coisas que dizia para Aelin e a respeito do que ela era. Mas, também protagonizou uma das cenas mais bonitas com ela quase no final do livro quando eles se perdoam. Nesryn foi uma mulher interessante, um pouco calada e misteriosa mas uma chave importante para a maioria dos planos que foram colocados em execução, embora minha nova personagem favorita seja a Lysandra, tive certo respeito pela Faliq.

Rowan é uma das, senão a principal, personagem principal. O príncipe feérico, carranam da rainha vadia cuspidora de fogo, é o pilar principal para que a própria Aelin não perca sua calma, não perca quem ela é na verdade. Sua imortalidade o tornou cruel e frio em alguns diálogos mas foi divertido ver ele tentando reprimir o desejo pela rainha, sua rainha.  A relação deles se torna poderosa nesse livro e perigosa para os inimigos. Mas a outra personagem principal da trama é a Manon Bico Negro, eu confesso que não gostava muito dela, nesse último livro pude mudar isso porque vi um lado quase humano nela, principalmente quando ela estava com a órfã Elide que foi outra personagem crucial, mesmo se dizendo que ela é uma das melhores personagens da série, não sei se lhe daria todo esse crédito.

" - Quero me demorar com você... aprender... cada centímetro seu. E estre apartamento tem paredes muito, muitos finas. Não quero uma platéia - acrescentou ele ao se aproximar de novo, roçando a boca contra o corte na base do pescoço dela - Quando fizer você gemer, Aelin" (SÉRIO, EU MORRI AO LER ISSO, MORRI)

O enredo é incrível com seus conflitos políticos, acordos envolvendo dinheiro, exércitos se formando, príncipes Vlags, Aedion, Aelin e Rowan chutando alguns traseiros esperando até que a grande guerra comece. Nesse livro entendemos a magia em Adarlan, também entendemos o modo como o rei se tornou o que é. Embora achando que seria impossível Aelin crescer mais, acontece nesse livro. Ela se torna mais poderosa, mesmo sem o poder, ela arruma forças de onde parece não existir porque estava determinada a conseguir salvar todos. De um lado do livro temos Aelin, Aedion e Rowan lutando e tramando planos, Chaol luta por Dorian e temos a Manon com seu exército bico negro. Ser escrito na terceira pessoa é o ponto mais positivo que a trama poderia ter. Sarah nos dá uma versão de 360º graus dos personagens.

"- Você também me faz querer viver, Aelin Galathynius - declarou o guerreiro - Não existir, mas viver - Rowan segurou o queixo dela com a mão em concha e respirou para se acalmar, como se tivesse pensado em cada palavra nos últimos três dias, diversas vezes - Passei séculos perambulando pelo mundo, de impérios a reinos e desertos, nunca me estabeleci, jamais parei... nem por um momento. Estava sempre olhando para o horizonte, sempre imaginando o qu esperava do outro lado do oceano seguinte, sobre a montanha seguinte. Mas acho... acho que o tempo todo, durante todos aqueles séculos, só estava procurando por você."

É um livro incrível! Com um final que me deixou querendo mais, desejando Empire Of Storms. Sarah J. Maas é definitivamente a melhor escritora da minha vida... quero ser assim como crescer. Se você acha que já leu o melhor livro da saga vai rever seus conceitos até lerem as quasse 700 páginas de Rainha das Sombras 



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